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Sunday, July 16, 2006

Um dia de merda - Luís Fernando Veríssimo

(Ótimo! Chorei de rir a primeira vez que li, indicado pelo camarada Danilo, e resolvi publicar aqui também. Enjoy!)

Aeroporto Santos Dumont, 15h30min, senti um pequeno mal estar causado por uma cólica intestinal, mas nada que uma urinada ou uma barrigada não aliviasse. Mas, atrasado para chegar ao ônibus que me levaria para o Galeão, de onde partiria o vôo para Miami, resolvi segurar as pontas. Afinal de contas são só uns 15 minutos de busão.
"Chegando lá, tenho tempo de sobra para dar aquela mijadinha esperta, tranqüilo." O avião só sairia as 16h30. Entrando no ônibus, sem sanitários. Senti a primeira contração e tomei consciência de que minha gravidez fecal chegara ao nono mês e que faria um parto de cócoras assim que entrasse no banheiro do aeroporto. Virei para o meu amigo que me acompanhava e, sutil, falei: "Cara, mal posso esperar para chegar na merda do aeroporto porque preciso largar um barro."
Nesse momento, senti um urubu beliscando minha cueca, mas botei a força de vontade para trabalhar e segurei a onda. O ônibus nem tinha começado a andar quando, para meu desespero, uma voz disse pelo alto falante: "Senhoras e senhores, nossa viagem entre os dois aeroportos levará em torno de 1 hora, devido a obras na pista."
Aí o urubu ficou maluco querendo sair a qualquer custo! Fiz um esforço hercúleo para segurar o trem merda que estava para chegar na estação ânus a qualquer momento. Suava em bicas. Meu amigo percebeu e, como bom amigo que era, aproveitou para tirar um sarro. O alívio provisório veio em forma de bolhas estomacais, indicando que pelo menos por enquanto as coisas tinham se acomodado. Tentava me distrair vendo TV mas só conseguia pensar em um banheiro, não com uma privada, mas com um vaso sanitário tão branco e tão limpo que alguém poderia botar seu almoço nele. E o papel higiênico então: branco e macio, com textura e perfume e, ops, senti um volume almofadado entre meu traseiro e o assento do ônibus e percebi, consternado, que havia cagado.
Um cocô sólido e comprido daqueles que dão orgulho de pai ao seu autor. Daqueles que dá vontade de ligar pros amigos e parentes e convidá-los a apreciar na privada. Tão perfeita obra, dava pra expor em uma bienal. Mas, sem dúvida, a situação tava tensa. Olhei para o meu amigo, procurando um pouco de solidariedade, e confessei sério: "Cara, caguei."
Quando meu amigo parou de rir, uns cinco minutos depois,aconselhou-me a relaxar, pois agora estava tudo sob controle. "Que se dane, me limpo no aeroporto." - pensei. "Pior que isso não fico." Mal o ônibus entrou em movimento, a cólica recomeçou forte. Arregalei os olhos, segurei-me na cadeira mas não pude evitar, e sem muita cerimônia ou anunciação, veio a segunda leva de merda. Desta vez, como uma pasta morna. Foi merda para tudo que é lado, borrando, esquentando e melando a bunda, cueca, barra da camisa, pernas, panturrilha, calças, meias e pés. E mais uma cólica anunciando mais merda, agora líquida, das que queimam o fiofó do freguês ao sair rumo a liberdade. E depois um peido tipo bufa, que eu nem tentei segurar, afinal de contas o que era um peidinho para quem já estava todo cagado?
Já o peido seguinte, foi do tipo que pesa. E me caguei pela quarta vez. Lembrei de um amigo que certa vez estava com tanta caganeira que resolveu botar Modess na cueca, mas colocou as linhas adesivas viradas para cima e quando foi tirá-lo levou metade dos pêlos do rabo junto. Mas era tarde demais para tal artifício absorvente. Tinha menstruado tanta merda que nem uma bomba de cisterna poderia me ajudar a limpar a sujeirada.
Finalmente cheguei ao aeroporto e saindo apressado com passos curtinhos, supliquei ao meu amigo que apanhasse minha mala no bagageiro do ônibus e a levasse ao sanitário do aeroporto para que eu pudesse trocar de roupas. Corri ao banheiro e entrando de boxe em boxe, constatei a falta de papel higiênico em todos os cinco. Olhei para cima e blasfemei: "Agora chega, né ?" Entrei no último, sem papel mesmo, e tirei a roupa toda para analisar minha situação (que concluí como sendo o fundo do poço) e esperar pela minha salvação, com roupas limpinhas e cheirosinhas e com ela uma lufada de dignidade no meu dia.
Meu amigo entrou no banheiro com pressa, tinha feito o "check-in" e ia correndo tentar segurar o vôo. Jogou por cima do boxe o cartão de embarque e uma maleta de mão e saiu antes de qualquer protesto de minha parte. Ele tinha despachado a mala com roupas. Na mala de mão só tinha um pulôver de gola "V".
A temperatura em Miami era de aproximadamente 35 graus. Desesperado, comecei a analisar quais de minhas roupas seriam, de algum modo, aproveitáveis. Minha cueca, joguei no lixo. A camisa era história. As calças estavam deploráveis e assim como minhas meias, mudaram de cor tingidas pela merda. Meus sapatos estavam nota 3, numa escala de 1 a 10. Teria que improvisar. A invenção é a mãe da necessidade, então transformei uma simples privada em uma magnífica máquina de lavar. Virei a calça do lado avesso, segurei-a pela barra, e mergulhei a parte atingida na água. Comecei a dar descarga até que o grosso da merda se desprendeu. Estava pronto para embarcar.
Saí do banheiro e atravessei o aeroporto em direção ao portão de embarque trajando sapatos sem meias, as calças do lado avesso e molhadas da cintura ao joelho (não exatamente limpas) e o pulôver gola "V", sem camisa. Mas caminhava com a dignidade de um lorde. Embarquei no avião, onde todos os passageiros estavam esperando o "RAPAZ QUE ESTAVA NO BANHEIRO" e atravessei todo o corredor até o meu assento, ao lado do meu amigo que sorria. A aeromoça aproximou-se e perguntou se precisava de algo. Eu cheguei a pensar em pedir 120 toalhinhas perfumadas para disfarçar o cheiro de fossa transbordante e uma gilete para cortar os pulsos, mas decidi não pedir: "Nada, obrigado. Eu só queria esquecer este dia de merda!!!"

.: Ouvindo: Avantasia - Sign of the Cross :.

Friday, July 07, 2006

Beware...


Hoje é o sétimo dia do sétimo mês... dia do Rei Diamante!!!
Cuidado, mortais, tudo pode acontecer! ;)

Ao lado, o grande King e abaixo, a capa do seu último play (que eu tenho que comprar, inclusive.)




.: Ouvindo: King Diamond - Sleepless Nights :.


Thursday, July 06, 2006

Zapping

Alguns dias atrás estava zappeando pela TV antes de dormir. Nada de bom, nem pelo cabo. Parei na Record, acho, num quadro de perguntas cronometradas de algum programa de auditório. A responsável pelas respostas era uma modelo que não parecia muito brilhante.


Host: "Pergunta de número 5: Qual era o primeiro nome de Colombo? Tempo!"

Mina:
"Colombo... é.. é... aaiiii... Dom Pedro!!!!"


Francamente... depois de controlar a crise de riso, desliguei a TV e fui dormir.

.: Ouvindo: Lacuna Coil - Our Truth :.

Sunday, July 02, 2006

Fuck Yeah!

Dando uma pausa no diário de viagem à Urubici - preciso relatar alguns acontecimentos dessa semana.

Caraca, não deu nem pra pensar direito essa semana. Muita correria, várias coisas pra ajeitar, vários fronts pra gerenciar, tive que empurrar com a barriga mesmo... vamos aos fatos:

KK abriu a mão e torrou as economias em uma mesa de som da Behringer. Modelo UB1222FX-PRO, show de bola. Tem até botão de mute! (piada interna já clássica)
Com essa aquisição, vamos gravar a pré de uma das músicas novas (apresentadas no último show). Vai ser bom por que tem muita guitarra, teclados, barulhinhos e afins nessa música e queremos ter certeza de que tudo vai encaixar como esperado.

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O trampo tava pegando pra capar essa semana. Além de cuidar da parte de web (essa semana foi vez da newsletter e algumas atualizações), tive que adiantar uns cenários do jogo com o qual estou envolvido agora, Inferi Dii. É um beat 'em up no melhor estilo Golden Axe e Knights of the Round, ambientado na Grécia/Roma antigas.
Já projetei a interface in game - melhor parte pra criar - e ficou muito bacana. Pros personagens, contei com uma ajuda valiosa do Dondon, camarada do design. Tá ficando quente e promete bombar.

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No sábado, além do fracasso ridículo diante dos franceses, tivemos que arrumar a casa pro exame de faixa do aikido (detalhes abaixo).
O exame ia rolar no ginásio da Escola de Aprendizes Marinheiros, no estreito. Show de bola.
O plano era dormir até umas 10:30, ajeitar algumas coisas ainda na parte da manhã, almoçar e tocar o barco pra lá. O putardo do meu vizinho do 4º andar está reformando o AP dele. Não deu trégua, sábado as 8:30 da manhã começou o quebra-quebra. Em cima do meu quarto, pra ser bem específico. Miserável, tava foda pra dormir e recuperar o sono atrasado, tanto que lá pelas nove enchi o saco e pulei fora da cama.

Na marinha, tivemos que varrer o recinto e as arquibancadas, montar o tatame e organizar banners e mastros das bandeiras. Carregar e limpar os tatames foi trash, mas o resultado compensou. Foda é que no outro dia descobrimos que o ginásio da marinha tem goteiras. Sensacional.

Puxei o carro da marinha lá pelas 5, a tempo de pegar o final do fiasco na casa do fefefo. Depois do jogo ficamos berrando pela janela palavras de ordem como "Vive la France! Soutien! Abajour!!!" só pra manter a sanidade a níveis normais.
Saí de lá meio puto por causa do "jogo", mas toquei a ficha pro jantar do aikido, recepção do Kawai Shihan - festival de sushi do Yama, na lagoa. Comi demais, como se não houvesse amanhã. Por R$ 39 tb, não tinha opção. De lá, fomos pra casa do Carlos Sensei pra um chá (digestivo, lógico). Contrariando as minhas expectativas, saí de lá 11 e pouco, muito mais tarde do que gostaria. No outro dia, 7:40 da manhã o relógio despertava...

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Tô quebrado, cansado, estourado mas feliz pra caralho. Hoje de manhã rolou exame de faixa do aikido, com presença do sensei Kawai Shihan (introdutor do aikido no brasil) direto de SP. Requintes de crueldade: depois de um treino de 1:30 h, começaram os preparativos pro exame.
Minha uke (quem ataca e recebe a técnica), a Ju, tava nervosa pacas e chegou ao ponto de esquecer de tudo, do que deveria fazer, de que dia era, do nome dela e tal. Eu deveria estar desse jeito, mas tava conseguindo controlar bem a ansiedade. Depois de conter as pendências e trazer a ju back to her senses, fui chamado pro exame. A banca estava composta por 5 faixas pretas, entre eles Altair Sensei e Sandra Sensei do Kawai Shihan Dojo. Tensão total.

O exame funciona assim: cada membro da banca avalia a apresentação e mostra, no final, o seu voto - bolinha pra ok e X pra ressalva. O pretendente pode então, ser aprovado por unanimidade ou com até duas ressalvas.

A primeira parte do exame engloba as técnicas básicas, kamai, tenkan, tenkan-ho, mae ukemi, ushiro hanten, e ushiro kaiten ukemi. Na segunda parte a banca chama o uke e a dupla procede pras técnicas: Shomen uti dai itkyo omote e ura, Ai hanmi katate tori shihonague omote e ura e Suwari waza kokyo ho.
Todas saíram boas. No kokyo ho faltou deixar as palmas das mãos voltadas pra cima, mas foi um detalhe leve; nos shihonagues, preciso fechar o movimento mais sincronizado e mais justo, atrás do uke... (nota mental: estudar esse bagulho direito).
Ao final do exame, a banca dá seus votos e a adrenalina começa a correr solta... logo depois a satisfação: fui aprovado por unanimidade!

Logo depois rolou um jyu wasa com Kawai sensei e - pasmem - ele treinou com cada um dos aikidoístas que estavam no tatame, uns 80 no total. E ainda bateu muito. Principalmente nos shodans. ;)

Resultado, fui aprovado, peguei o certificado, ganhei a faixa amarela do grande Xáxa (com mais duas ofertas posteriores) e ainda elogiaram meu exame... foda!
Por um lado, temendo soar egoísta, foi uma puta realização pessoal... apesar de já ter treinado outras artes antes, só consegui graduar no aikido. Fuck yeah!

Depois do exame, fomos até a macarronada italiana no kobrasol. Mais uma rodada de oralidades. Comi como se não houvesse amanhã de novo, e fui obrigado a bojar durante a tarde (tava morto e com muito sono de depois do almoço).

Essa semana vou colocar as coisas nos trilhos de novo, tocar alguns projetos pendentes e tocar mais guitarra... uh tererê.

Oyasuminasai!

.: Ouvindo: Vanden Plas - Rainmaker :.

Friday, June 30, 2006

Urubici Extreme - Parte III

Wazzup?!

Bom, a segunda parte parou na tensão da Mecânica Rafael. Here we go.

O tal do rafael era um cara responsa, no final das contas. A mecânica era ajeitadinha até, só o rafael era meio louco. Acho que era culpa do cabelo e óculos que ele usava. Foi sorte pegarmos a oficina aberta, já passava das 12:30 de sábado e o cara só estava trabalhando porque ia acontecer um casamento na cidade, e um cliente dele tinha deixado a brasília lá pra arrumar. Fiquei sabendo depois que o cidadão tinha a brasília desde zero. Discutimos um pouco sobre o que fazer, liguei pro seguro, me informei e decidimos ver o que podíamos fazer com o carro antes de acionar um guincho ou algo que o valha. O Rafael chegou à conclusão de que, apesar de não ter a peça específica ali, poderia "dar um jeito" na atual. A idéia era tirar o cárter, levar pra um camarada dele que fazia solda de estanho, colocar de volta no lugar e encher de óleo. Com sorte, daria tudo certo.
Obviamente, a brasília do tiozinho tinha preferência, então fomos num joint ali perto pra comer um troço. Chegando lá, uma leve dificuldade pra escolher o que comer, mas em questão de minutos estávamos sentados vendo o treino da Fórmula 1. Durante o "almoço" rolou toda aquela discussão sobre os fatos do Chuck Norris e sobre a origem dos salgados ali dispostos.

Pah e bola, depois de umas visitas à oficina (pra agilizar o processo), ficamos no joint até umas 4 horas. Depois disso nos 'mudamos' de vez pra oficina, onde acompanhamos parte do processo. A solda de estanho ficou show. O rafael tocou a ficha na remontagem do carro, desceu o kadett e mandou ver no óleo. Já rolava toda aquela pressão pra terminar o serviço as 4:30, e foi mais ou menos por aí que ele tava terminando tudo. De volta à velha forma, o Thrashmobile rodando, pessoas se arrumando pra tocar viagem, chega a hora do migué - pagar a conta.

No escritório da oficina, o Rafael começou a relatar a lista dos serviços e custos. Até que foi razoável, cobrou R$ 30 (trinta pila - piada interna) de mão de obra e R$ 15 da solda; o óleo saiu R$ 40, mais aquela choradinha clássica, fechamos a conta em R$ 80. Veja bem, esse serviço não sairia por menos de 120 paus em floripa, convenhamos...

Tocamos viagem dali pra Grão Pará, e depois teríamos que enfrentar o Morro do Corvo Branco. Mas isso fica pra depois. ;)

See ya.

.: Ouvindo: Symphony X - A Fool's Paradise :.

Tuesday, June 27, 2006

Urubici Extreme - Parte II

Ok, como prometido, estou postando a parte II da viagem à Urubici hoje.

A outra parte freou na passagem de Santa Rosa de Lima pra Grão Pará.
Depois de consultar os mapas e checar a direção do vento, encaramos uma das partes mais tensas em matéria de terreno. Estradinha estreita, mato alto nas laterais e lama, buracos desafiadores e pedregulhos afiados. Depois de uns 10 minutos embrenhados nesse environment, eis que o kadettão começa a fumegar... eta ferro, temperatura do carro batendo nas alturas, as motos (a.k.a. batedores) dando sinal pra parar, toda aquela expectativa pra saber o que rolava.
Não deu outra, alguma pedra mais esperta topou com o fundo do carter, e lá se foi meu óleo. Com o carro em movimento, o óleo respingava no escapamento, originando a fumaça; com o carro parado, o óleo desceu e escorreu todo, formando uma poça negra embaixo do carro...

A saída pra esse incidente foi rebocar o Thrashmobile. Itacir, o motora da Camper, tinha à mão uma faixa pra esse tipo de situação, e em alguns minutos já estávamos rodando de novo. Fiquei muito puto, porque logo em seguida veio o trecho 100% off-road-lamaçal-momentos-de-tensão. Nessa hora queria pôr à prova "o braço", mas tava sendo carregado pela Camper. Sebastien Loeb nessa hora estava rindo de mim, aquele putardo.

Depois de uns 40 minutos de reboque, parada pra informações, calor, poeira, biscoitos recheados e curvas tensas com freio de mão bombando, chegamos até Rio Fortuna, único pedaço de civilização (ou quase) que a gente viu em mais de duas horas de viagem. Chegando lá, a única indicação que nos davam era da tal Mecânica Rafael, que ficava logo na entrada da cidade. Diabos, Rio Fortuna, cidadezinha de 4.500 habitantes, no meio do nada no sul do estado, imaginem a minha vontade de largar o kadett na mão do louco da oficina! Imaginem o desespero!

(Agora que já criei o clima tenso, vou parar de contar. Mais detalhes só no próximo capítulo/post. Afinal de contas, tá tarde e eu preciso dormir também.)

Oyasuminasai!

.: Ouvindo: Meshuggah - Concatenation :.

Monday, June 26, 2006

Urubici Extreme - Parte I

Nanika Atta?

Nesse final de semana pude participar de mais uma boiada aikidoística: road trip para urubici.
Antes de entrar nos detalhes, sou obrigado a comentar que, no último dia 17, este blog fez aniversário! Sim, um ano de posts bizarros e gerência de pendências! Otanjoubi omedeteou gozaimasu!

Bom, o cronograma previa um rendez-vous no kawai shihan dojo as 7 hs da matina, madrugada de sábado. Tudo nos conformes, a comitiva incluía dois carros e três motos: eu no Kadett (com duas colegas de treino de carona), Itacir na Camper com a esposa, o Vítor e a namorada, Carlos Sensei e esposa com a Suzuki, André com a Falcon e Douglas com uma Honda. Na sequência, deveríamos encontrar com o terceiro carro, do Marcos, já em Urubici.

Pé na estrada. Lá pelas 8:30 hs o grupo já estava sobre o asfalto, heading south, com um meio de manhã bem bacana como pano de fundo. Pegamos a saída de santo amaro desembocando na 282, onde ficaríamos até a entrada de Anitápolis. Lá, pegamos o primeiro trecho de estrada de chão, que foi até light. Logo depois encaramos um pequeno morro, onde rolou a primeira parada pra fotos e descanso. Essa parte da viagem decorreu sem maiores problemas, e tocamos viagem até Braço do Norte (que já não tenho mais certeza se era essa cidade mesmo) pra tomar um café. O finalzinho da estrada, logo antes da cidade, era afaltado e muito bacana. Curvas fortes e uma cerca viva que acompanhava a estrada faziam um cenário quase europeu. Já na cidade, a padaria escolhida pro café era sensacional, muito simples, mas com comida muito boa. Na saída, mais fotos, situações inusitadas na praça e aquela reabastecida providencial. O gás já tava nos finalmentes (nesse ponto já batíamos os 100 Km rodados) e posto GNV pra esses lados é lenda.

Tocamos a ficha pra Santa Rosa de Lima, sempre pelas estradas "alternativas"... muita poeira, pedra, lama e buracos. Esse trajeto é muito bonito, cheio de campos gramados, plantações, pontes de madeira (leia-se momentos de tensão), etc. Acho que isso distraiu um pouco o grupo, e o resultado era óbvio: nos perdemos. Depois de algum tempo discutindo o que fazer e seguindo as esporádicas placas oficiais (ou quase), estávamos de volta na trilha. O caminho previsto (já traçado anteriormente pelo pessoal) passava por dentro de uma fazenda particular, e o grande fazendeiro, filho de uma mãe santa, num rompante de boa vontade, mandou a gente pastar. Nada de passar na propriedade dele. Obrigado!

Voltamos um pedaço e tocamos viagem pelo caminho alternativo número dois, em direção à Grão Pará, que incluía uma parte bem off-road. Já tava tão acostumado com as condições da estrada que o próprio Sebastien Loeb ficaria com inveja. (...)

Amanhã, com sorte, eu posto a parte II.

Dewa mata!

.: Ouvindo: Devin Townsend Band - Gaia :.

Thursday, June 22, 2006

Meia boca...

É, o jogo dos hermanos não foi lá essas coisas...
Robben não jogou, o carrosel não rodou e faltou fibra de ambos os times. O jogo foi bem disputado, mas tava travado e ficou aquela impressão de que eles estavam se poupando... resumindo, esperava mais.

Itália e Rep. Checa, em compensação, foi muito foda. Corrido, com gols, pah e bola. Não consegui acompanhar o segundo tempo, mas a qualidade do futebol tava show. Agora com Gana fazendo por tudo naquele grupo, quero ver o que vai dar.

Brasil e Japão hoje. Bolas, queria que o Japão tivesse levado a melhor contra os outros times, aí perderia pro Brasil hoje e ficava em segundo do grupo. Enfim, não é porque eu simpatizo com Japão que vou jogar contra a pátria. Apostei no empate, mas acho que a gente ganha com certa facilidade.

Continua a busca pela camiseta da seleção da Suécia, boa e barata. SVERIGE! ;)

.: Ouvindo: Opeth: The Grand Conjuration :.

Wednesday, June 21, 2006

Promete...

Só porque que não comentei ainda sobre a copa.

Argentina e Holanda hoje vai bombar. Robben e o carrossel holandês fazendo por tudo contra os hermanos. Ou não. Futebol é uma caixinha de surpresas.

No bolão, a aposta é 2 a 1 pra argentina. Afinal de contas, temos que apostar no resultado, e não no que deveria acontecer...

Se bem que, a argentina vencendo, tem possibilidade de cruzar com a gente mais pra frente. Aí pega fogo.

Pontos no bolão: 149, 4º lugar.

.: Ouvindo: Amorphis - Forever More :.

Monday, June 05, 2006

WTF?!

"Can't understand what is happening to me
This isn't real this is only a dream
But I never have felt, no I never have felt this way before
..."

And that does it.


.: Ouvindo: Evergrey - Madness Caught Another Victim :.