(Do you) like Blakk Market?

Listen to us! Theater of Lies by Blakk Market

Tuesday, December 30, 2008

Hangover Extravaganza

A tônica dos últimos dias foi "mantenha-se bêbado". O fígado está musculoso e o réveillon não promete descanso.

Medo.

Wednesday, December 03, 2008

De barraca em Paris

Esta noite sonhei que estava na França. Provavelmente Paris, mas poderia ser Lyon. Encasquetei que deveria 'entrar na cidade' (essas definições bizarras que acontecem em sonhos) através de uma ponte; na minha cabeça, seria uma forma interessante de homenagear as batalhas da segunda guerra mundial (?¹). Parecia estar em uma viagem de mochila, já que levava bastante bagagem e um saco de dormir enrolado e preso na mochila.

Vi uma placa de localização de madeira, estranhamente medieval, por onde me guiei, mas acabei em um shopping center (nesse momento eu estava 'dentro da cidade'). Frustrado por perder a ponte, vi uma loja de esportes com miniaturas de jogadores de hóquei (talvez a cidade fosse mesmo é Quebec); continuei andando, subi as escadas rolantes e saí numa seção gigante de artigos esportivos, especificamente na área de barracas. Me pareceu uma idéia razoável comprar uma barraca pra usar na França... (?²) enquanto pensava em nada, um casal francês me abordou e começou a conversar comigo. Meu francês magnifique se mostrou inútil, e não entendi porra nenhuma. O casal era cordial, e o marido logo mandou um inglês pra me facilitar a vida.

Descobri que ele era pai de uma amiga minha do Brasil, que eu nem desconfiava ser francesa, e que ela estava na Alemanha agora. Fernanda Blumenau (?³ [hahaha]) era o nome da criatura; obviamente (?⁴), essa pessoa não existe (não que eu saiba).
Resolvemos tomar um café juntos, e enquanto arrumava minha bagagem de volta às costas, colocava óculos escuros pra sair do recinto (por uma porta lateral de ferro, muito suspeita), fui abordado por um moleque com uma camiseta na cabeça, estilo FEBEM, falando algo em francês. O casal cordial já havia saído do shopping, e cá estava eu novamente sem entender porra nenhuma. Dessa vez, pelo menos, sabia se tratar de um assalto.

Pela minha cara de surpresa e incredulidade, o moleque puxou um canivete do bolso e me ameaçou... neste momento, o despertador do celular tocou Of Rich and Poor, do Amorphis (sim, aquele teminha vitorioso clássico) e eu 'saí do sonho'.
Se fosse uma cena de cinema, com aquela música, eu teria cagado o moleque a pau fácil. No sonho, provavelmente correria antes de ser forçado a encarar uma possível briga feia. Na vida real... bem, na vida real, eu falaria um francês mais ajeitado.

.: Ouvindo: Symphony X - The Eyes of Medusa :.

Monday, December 01, 2008

Quote sobre a crise

Já diria Marc Faber:

The federal government is sending each of us a $600 rebate. If we spend that money at Wal-Mart, the money goes to China. If we spend it on gasoline it goes to the Arabs. If we buy a computer/Software it will go to India. If we purchase fruit and vegetables it will go to Mexico, Honduras and Guatemala. If we purchase a good car it will go to Germany. If we purchase useless crap it will go to Taiwan and none of it will help the American economy. The only way to keep that money here at home is to spend it on prostitutes and beer, since these are the only products still produced in US. I've been doing my part.


Grande presença.

.: Ouvindo: Bruce Dickinson & Godsmack - Sabbath Bloody Sabbath :.

Thursday, November 06, 2008

Praticamente Árabe

Ok, sei que é um trocadalho infame, mas foi mais forte do que eu. Ainda mais nessa época de eleições gringas pra lá de bizarras.


.: Ouvindo: The Haunted - Moronic colossus :.

Tuesday, October 28, 2008

Reação

Finalmente, depois de um mês de dias nebulosos de crise, a Bovespa dá sinais de reação com um dos poucos pregões sem baixas desde o final de setembro, e fecha em alta de 12,68%, a 33.166 pontos.

Será o início da subida, ou o buraco é bem mais embaixo?

.: Ouvindo: Nile - Unas, the Slayer of the Gods :.

Tuesday, October 14, 2008

Argentina una vez más #3

Tendo em vista que não dei conta de postar a série como pretendia durante a viagem, vou tentar fazê-lo agora - o que pode dificultar em muito o processo.

02.10.08 - Jueves
Bueno, acordamos no horário do café da manhã do hostel, enrolamos na cama e quase o perdemos. Valeu muito ter levantado meio morto do último dia, porque foi o melhor café da manhã que tivemos em solo argentino.

Na saída do nosso quarto havia uma agência de viagens - Say Hueque - que se gabava por ser a agência de viagens do mochileiro independente. Muy bien, conversamos com o camarada Sebástian, que foi extremamente receptivo, como todo mundo por aqui. Conseguimos com ele algo que a internet e a visa nos negaram - comprar as passagens de ônibus até Mar del Plata. Depois desse episódio, saímos pelo centro pra uma sessão de fotos da cidade.





A empolgação tomou conta, e fomos desde a área da Casa Rosada até Porto Madero, o que dá umas 15 quadras. Ah, por lá as indicações são sempre em quadras e esquinas. E se você não souber a esquina, o taxista fica puto. Já em Porto Madero, a idéia era matar tempo até a ida pra Mar del Plata, então resolvemos pegar um cinema. Estava passando Zohan, e tem um Cinemark em Porto Madero.... só que ele ficava na outra ponta. O negócio lá é grande, e a área deve cobrir umas 17 a 20 quadras, tem até uma universidade dentro.
Pontos positivos: tomamos sorvete do Freddo e tiramos boas fotos. Pontos negativos: músculos inferiores se demitindo e ácido lático por dois ou três dias.

Zohans à parte, tomamos um táxi de volta pro hostel e comemos algo. O busão pra Mar del Plata só saía de madrugada, então peruamos errado pelo hostel e áreas anexas por um tempo. O hostel em que ficamos oferece várias atividades pros hóspedes, incluindo futebol, asado (churrasco) e aulas de español; nossos horários eram tão bizarros que não conseguimos aproveitar nenhuma delas.

Retiro
Esse é o nome da rodoviária onde pegamos o autobús até Mardel. Como não podia deixar de ser, o nome da companhia era Almirante Brown, que, depois viemos a saber, foi um marinheiro irlandês que defendeu a Argentina em algum conflito. Os conhecimentos de história do taxista pra quem eu perguntei isso não eram dos melhores. A rodoviária é bem bagunçada, e apesar do movimento a maioria os kioscos estava fechada. Quando saímos do táxi na frente da estação, um tiozinho muito do borracho chegou chegando e foi carregando nossas malas; quase estourou uma delas ao arrastar pelo chão, justo a mala que tinha rodinhas (eu disse que ele era borracho). Quando chegamos na área das plataformas, o tiozinho estende a mão e pede 5 pesos. Damn it, negociei e acabei morrendo em 4 mangos argentinos. Encontramos vários grupos de brasileiros, e todos tinham a mesma dúvida que a gente: em qual plataforma estaria o ônibus. As passagens continham dados ambígüos como "plataforma 48 a 56", e os telões não ajudavam muito. Que mala onda.

A parte boa desse rolo rodoviário foi a pontualidade, já que os horários previstos estavam sempre sendo cumpridos. Um pouco de fila pra aumentar o cansaço, e deixamos as bagagens com o camarada com cara de mexicano de faroeste que as acomodou na mala do ônibus. Passamos então ao processo de subir no ônibus. O motora conferiu nossas passagens, fez cara de quem não gostou e as devolveu; um outro comparsa dele me abordou enquanto guardava os tickets, oferecendo uma bandejinha de lanches. Cansado dessa história de ofertas bizarras, recusei; quando notei que fazia parte da passagem, botei uma debaixo do braço, ao que o meu estômago dizia "eu já sabia". Fail.

O ônibus era bem confortável, cadeiras grandes, bem reclináveis e bastante espaço. Conferi a bandejinha de sanduíches supracitada em poucos minutos, e rebati com uma coca razoavelmente gelada. A viagem seguiu tranqüila por cerca de 5 horas, até a área metropolitana de Mar del Plata - o único local que vi efetivamente, depois de bojar durante o trajeto.

Monday, October 13, 2008

Jaguaranation

Um pouco de chupinhação e pagação de pau aqui no blog: minha chapa Fê Chiella têm publicado uma série de tiras sobre a rapazeada que rodeia, apavora e pira o cabeção aqui pela cidade.



Excelente, não? É claro, conhecendo os envolvidos fica bem mais divertido.

.: Ouvindo: King Diamond - Victimized :.

Thursday, October 02, 2008

Argentina una vez más #2

Hola, chicos!
Como prometido, estou aqui tentando manter a taxa de posts em alta. Vou identificar os dias desta vez, pra quando ler esta parada numa próxima vez tudo fique claro.

01.10.08 - Miércoles
Ontem o dia foi excelente, com pitadas de correria, sono, caos e emoção. Saímos de casa às 5:45 da manhã (não necessariamente tão excelente, neste ponto), pra honrar as duas horas de antecedência requisitadas em vôos internacionais. Depois de todo o rolo que a Gol arranjou, nosso vôo ficou com saída pras 8:10, escala em Guarulhos, e chegada em Buenos Aires às 13:40.

Chegamos às 6:12 no aeroporto; check-in tranqüilo e café da manhã se sucederam até a chegada do vôo 1647. No vôo, confirmamos várias coisas: a Gol oferece lanches bem meia boca e o inglês da tripulação é de padaria. Além disso, agora tem vôos esdrúxulos que saem de Floripa, vão pra São Paulo e voltam pra Argentina - o que é um trajeto bem inteligente.

No aeroporto de Guarulhos tivemos uma troca de portões em cima da hora, e uma tripulação que improvisava linguagem de sinais. Por outro lado, conseguimos passar uma conversa em um dos aero-caras pra repetir o sanduíche que fora servido. O vôo pra Buenos Aires tomou umas duas horas e pouco, e no caminho o piloto encontrou várias 'áreas de instabilidade que não estavam previstas'. Tudo isso ajudou a atrasar o lanche, e quase morremos de fome.
Pontos positivos incluem uma foto com a Mariana Ximenes e a fauna rica de personagens on board, que renderam algumas piadas.


Descendo em Buenos Aires, a temperatura era amena, com o dia um pouco nublado. Catamos as bagagens e enfrentamos uma fila grande pra trocar reais por pesos no Banco de la Nación, cotado como tendo a melhor taxa. Cada real nos rendeu 1.51 pesos e um quase atropelamento por carrinhos de aeroporto.


A corrida para o Centro
Várias opções pra escolher aqui. Remises, táxis, autobús... paramos em uma fila dessas empresas privadas - os remises - e perguntamos. AR$ 130 a corrida, um assalto. Golpe de sorte: cruzamos com um casal de Joinville, juntamos forças e fomos negociar com os taxistas na porta do aeroporto. Portunhol forte nos caras, que também não eram fracos na arte da negociação. O resultado foi mais que bom: AR$ 120 a corrida para os quatro, AR$ 60 por casal.

O povo de Joinville ficou em um hotel cuja diária beira os US$ 300, bonitão. Nós rumamos pra um hostel bem no centro, muito bacana, o Portal del Sur. Aconchegante é a palavra: o do-it-yourself impera, o pessoal é bem bacana e as diárias son chiquitas.
Descarregamos as tralhas e fomos buscar a primeira refeição decente do dia: Bife de Chorizo con papas fritas, um clássico argentino. Voltamos estufados ao hostel, e depois de uma rápida soneca rumamos ao The Clover Irish Pub, convenientemente localizado a uma quadra do hostel.

Beleza de pub. Eles levam a cabo a expressão 'a primeira impressão é a que fica', e colocam a mina mais bonita pra recepcionar os clientes. As outras bonitas ma non troppo atendem as mesas e balcão. Pequeno rolo pra entender o que elas falavam, por conta do barulho e da velocidade com que falavam. Depois de explicar nossa condição de turistas, una charla más de espacio tornava as coisas mais tranqüilas. Sorte grande, chegamos no horário do Double Drink. Munidos de um chopp Isenbeck e um Daiquiri de Pêssego, brindamos à viagem.

De volta ao hostel, casi borrachos, dormimos o sono merecido e atrasado.

Monday, September 29, 2008

Argentina una vez más

Bueno, quarta-feira agora vou pra Argentina, pra merecidas férias e pra conferir o Trimarchi DG mais uma vez. Dessa vez quero ver se consigo postar mais sobre as peruações erradas em solo argentino com a ajuda da tecnologia (muito provavelmente o notebook vai na bagagem).

Muito em breve posto sobre a ida, que já foi um parto por causa dos rolos da malha aviária da Gol.

Hasta luego!

.: Ouvindo: SYL - All Hail the New Flesh :.

Tuesday, September 23, 2008

Sorte

Sorte do orkut de hoje:

"You have a strong desire for a home and your family comes first"

Ah, tá. :P

Tuesday, September 02, 2008

Google Chrome: Bonitinho, mas ordinário

Gostei do Google Chrome. E aí o leitor pergunta: "Mas por que o título, cara pálida?"

Oras, não dá pra competir com um browser como o firefox. Sinto muito.

.: Ouvindo: Black Sabbath - TV Crimes :.

Wednesday, July 30, 2008

"Vou comer a tia do Báteman!"

Ontem fomos assistir ao Batman no cinema. Puta filme foda. Expandiram alguns acertos do Batman Begins, e já inventaram moda também: a trama é ótima, mas a lista de gadgets do morcegão foi demais pra minha cabeça. Sonar de cu é rola, já dizia o Bebum McGyver.

Depois de uma correria pra chegar no cinema com quitutes, apostas e requintes de crueldade, a película começa a girar e o silêncio é absoluto. Inclusive na tela, o início do filme é silencioso e cria uma tensão impressionante.

Tonight you are all going to be part of a "social experiment", anunciaria o Coringa (o Joker, o Palhaço) logo adiante; mal ele sabia como estaria certo.
Pergunto ao leitor: como emputecer uma platéia de 60 pessoas, bem alimentadas, bem instaladas e pagando um preço até acessível pelo ingresso em um cinema de qualidade? Leve seu bebê pro cinema. Sim, incrédulo leitor, um casal de desmiolados fez isso. É claro que, com o som leve, o clima calmo e o filme sossegado que passava, a criança não tardou em chorar. E o fez em um momento importante e tenso da trama, onde as coisas se explicavam, e arruinou o momento. How's that for social experiment?

O cinema inteiro virou pro canto esquerdo superior da sala. Porra, quer chamar à atenção, toca pelado. Não tem com quem deixar a criança? Revezamento 2 x 2:30h ou deixa de ser vagabundo e baixa na internet. Ora bolas. A censura pra esse filme é de 12 anos. Doze anos implica em uma semi-pessoa que já anda e fala. Se a sessão não tivesse terminado meia-noite e tantas, poderia ter achado alguém responsável e ter reclamado com propriedade.

Sobre o filme: referências mil na trama, que cita Frank Miller em O Cavaleiro das Trevas e Batman Year One, entre outras HQs conceituadas. As personagens são razoavelmente complexas, a trama inteligente e as atuações são boas. E o Coringa rouba a cena. Heath Ledger ficou deprimido depois que comeram a bunda dele em Brokeback Mountain, e resolveu fazer uma interpretação de macho. Esse Coringa excedeu todas as expectativas e releituras de HQ pra cinema, e foi uma das poucas personagens que transitou entre mídias com classe e noção - admito até que bateu o Coringa de Jack Nicholson, do qual sou fã incondicional. Com certeza, com direção e decisões de produção corretas, Nicholson mandaria um Coringa alucinado numa boa. O final com moral foi meio frustrante, mas não matou o filme.

Resumindo: se não viu, veja. Se já viu - e um bebê safado arruinou sua experiência - veja novamente.

.: Ouvindo: Opeth - Coil :.

Wednesday, July 23, 2008

Copetti e as gêmeas kelly

Na última semana visitamos a oficina do Copetti para checar o andamento dos instrumentos custom que encomendamos. As madeiras já tinham chegado há algum tempo, e passada a parte inicial de projeto e definições, já temos braços inteiriços com escalas coladas e marcação de trastes definida.
A construção neck-through body conta com uma peça de mogno, corpo em mogno e escala clara em maple.



Duas Kelly 7 cordas 'gêmeas' vão sair dessa brincadeira, e estamos ansiosos pelos resultados. Mais notícias em breve!




.: Ouvindo: Van Halen - Right Now :.

Tuesday, June 24, 2008

Godamn - R.I.P. George Carlin

George Carlin, Comic Who Chafed at Society and Its Constraints, Dies at 71

Taí, tanto fdp pra morrer, e logo o GC que vai embora.

"God can only be a man.... only a man could fuck things up this way."


http://www.nytimes.com/2008/06/24/arts/24carlin.html?_r=1&hp&oref=slogin

Wednesday, June 04, 2008

A inacreditável história do putardo babaca

Tenho deixado muita história boa sem o devido eco, muitas delas dentro do perfil deste blog. Quando resolvi criar o espaço, um camarada já iniciado comentou: "É, agora tem que assumir e atualizar com freqüencia...". Gosto de pensar que ele falou com a 'consciência tranqüila' de que é muito difícil manter posts sempre frescos no ar.

Uma dessas histórias ocorreu há uns bons 3 meses, em um almoço qualquer no shopping trindade.
Catei um rango bacana no joint onde tradicionalmente almoço, e procurei por um lugar vago; a praça de alimentação bastante cheia, e a probabilidade de sentar-se confortavelmente diminuía a cada segundo. Foi quando encontrei um grupo de camaradas sentados quase no meio da massa indistinta. Corri para o local, tomando o devido cuidado com os preciosos artigos da bandeja.

Lá chegando, escolhi o lado com vagas pra sentar; a ponta da mesa estava ocupada por um senhor em plena atividade alimentícia, além de seus pertences não tão bem alimentados. Depois de cumprimentar os comparsas, dirigi-me ao distinto cidadão, questionando a possibilidade de utilizar a cadeira logo ao seu lado (visivelmente a melhor escolha, frente à necessidade de conversa com os convivas). O filho de uma puta olha bem na minha cara e responde: "Não, não pode; minha bolsa está sentada aí". E volta a comer.

Os leitores desse blog sabem que sou até razoavelmente calmo, mas disparates desse tipo costumam me tirar do sério. Uma míriade de possibilidades passou pela minha cabeça:

  • exigir meus direitos e apontar a placa de "objetos não guardam lugar", afixada em uma pilastra próxima;
  • chutar as merdas que o cara estava levando e sentar sem maiores cerimônias;
  • jogar a minha comida na cabeça do putardo (visivelmente a pior escolha);
  • jogar a comida dele na cabeça dele;
  • jogar a comida dele dentro da mochila tão preciosa (votada como a melhor saída, catalogada como Pendência forte com possíveis dividendos pela Teoria Geral do Gafanhoto [2005]);
  • utilizar o set de armas brancas que me foi cedido pelo joint e proceder com uma secção da jugular do sujeito, com direito a esguicho de cinema (nº 2 no ranking de melhor saída);
Apesar de convidativas, não executei nenhuma das ações acima. Engoli em seco e sentei-me numa cadeira próxima, mas que exigia malabarismos vocais pra que a conversa com os comparsas fluísse. Todos se entreolharam com aquele ar de "mas que palhaço" e eu aproveitei a deixa pra xingar mentalmente e de forma sistemática todos os entes vivos aparentados com aquele putardo pederasta.

Daria um rolo descomunal e um bate-boca inflamado, mas ficaria satisfeito e com overdose de endorfinas se tivesse jogado a comida podre do babaca nele e na mochila. E quebrado seus óculos. Talvez seus joelhos também, só pra ele aprender a deixar de ser idiota.

.: Ouvindo: The Haunted - Bury your Dead :.

Monday, May 19, 2008

Correios, viagem e calor

For fuck's sake, hoje deu quente pra caralho.

O frio tava vindo, se instalando, brejeiro, com parcimônia... nada disso adiantou, e cá estamos nós na caldeira novamente. Quinta e sexta passei em curitiba, portanto peguei um frio muito bacana. Espero poder usar as roupas pesadas aqui em floripa esse ano, já que até agora só ensaiamos o inverno.

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Já dizia isso há algum tempo, e mais uma vez comprovo: os Correios do Brasil estão entre os melhores do mundo. Tive que enviar alguns documentos às pressas pra capital paranaense na última semana; Sedex 10 na segunda feira à tarde, previsto para entrega na terça, às 10 da manhã. Dito e feito: o report do site dos correios indicava entrega - 09:56.

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O show do Queensrÿche foi foda. O quinteto de Seattle tem as bases de como fazer um bom show, de quando agitar e quando acalmar a platéia. Destaques para o vocal de Geoff Tate, mandando benzasso e pra batera impecável de Scott Rockenfield.

.: Ouvindo: Annihilator - Stonewall :.

Tuesday, May 13, 2008

Rÿche!

Não preciso nem comentar nada. Vasco! (não entendeu, decora).

Friday, April 18, 2008

Quadra!


Essa é difícil de ver, e me rendeu bons frutos.
É uma pena que o poker com a rapazeada esteja cada vez mais raro...

Tuesday, April 01, 2008

Jaguara Joe quebrando tudo neste sábado!


Jaguara Joe e os Guniras Amestrados encontram Ladrão de Bode sábado a noite em Palhoça

A noite do próximo sábado, 05 de abril, vai ser marcada pelo encontro inusitado entre o carisma de hits das décadas de 80 e 90 tocados pela banda Jaguara Joe e os Guniras Amestrados com o hardcore do grupo Ladrão de Bode. O show será no Bar do Professor, no Centro de Palhoça, e está marcado para às 23h.

O Ladrão de bode abre a festa prometendo agitar o público com covers de NOFX, Offspring e Pennywise, além de músicas próprias. Logo depois, o Jaguara Joe e os Guniras Amestrados - alter ego do grupo thrash metal Blakk Market - mantém o elemento "festinha" em versões ligeiramente mais pesadas de sucessos de Erasure, Billy Idol, Glenn Frey, Offspring, Alphaville, George Michael, Monaco, Spy Vs. Spy, Kenny Loggins e Men at Work, passando por Ramones, Mötorhead e Rammstein.



O quê: Jaguara Joe e os Guniras Amestrados + Ladrão de Bode
Quando: Sábado, 05 de abril, às 23h (abertura da casa às 22h)
Aonde: Bar do Professor (Av Barão do Rio Branco, 116, Centro - Palhoça)
Quanto: R$ 6,00 (ingessos somente no local)
Informações: 8801-5220 c/ Beto
A casa tem estacionamento próprio que não é cobrado. Todos os cartões, exceto o American express, são aceitos.

Monday, March 31, 2008

Il Padrino!


"Leave the gun; take the cannoli."

Friday, March 28, 2008

No dos outros é refresco...

A idéia é boa; o negócio foi bem feito; o discurso é lindo, mas com restrições.
"Tutti fratelli qui - ma non troppo".

Aí é foda.

Wednesday, March 12, 2008

Sunday, March 09, 2008

Two thumbs up

Esses dias estava de bobeira vendo TV, e acabei vendo aquele reality show do Gene Simmons, Family Jewels. O show até que não era ruim, era até engraçado ver o baixista do Kiss sendo over-protective com a própria filha, já que ele não foi nada disso com as filhas dos outros.

O melhor mesmo foi a tradução do bagulho: Gene Simmons Family Jewels virou Gene Simmons: Família Jóia.

Saturday, March 01, 2008

Ka 2008

Nesse mês de fevereiro a Ford lançou o Ka 2008 no brasil. Engraçado é que a traseira - pivô de várias polêmicas desde a primeira versão - continua sendo o calcanhar de aquiles do compacto.


As linhas um pouco mais agressivas agradam. A frente, que se mantém como ponto forte do visual, lembra bastante a do Fiesta; o geral do carro é muito bacana, mas a traseira redesenhada, apesar de muito interessante, ainda perde para a da versão anterior, melhor resolvida. O espaço interno parece ter melhorado com soluções inteligentes, e o bagageiro de 263 litros dá conta do recado.

Toda essa história sobre a traseira me lembra que à época do lançamento da primeira versão, dizia-se que "o carro foi todo desenhado com proporções áureas"; hm, parece que não aúreas o suficiente.

O problema, na verdade, é comparar o Ka nacional ao Ka feito na europa. Já no salão de Frankfurt anunciava-se o Ka europeu desse ano, possivelmente produzido pela Fiat, e equipado com motor Abarth 1.4 Turbo (mesmo do Fiat Stilo) na versão ST. O preview era esse, talvez igualmente polêmico:


É impressão minha ou as linhas da frente e lateral remetem às do Punto?

Wednesday, February 06, 2008

Carnaval

Ahoy!
Vergonhosamente voltando depois de dois meses sem posts... tsc, tsc, tsc.

Pelo menos volto com a última do carnaval:


Bombeiro também pula carnaval. E são todos Mangueira.


.: Ouvindo: Dio - One Night in the City :.