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Wednesday, October 06, 2010

Neil Gaiman excerpts

"The me who was screaming was so far inside nobody knew he was even there at all. Even I forgot that he was there [...]"

[...]

"A couple of hours down the highway my cell phone started to ring. I wound down the window and threw the cell phone out. I wondered who would find it, whether they would answer the phone and find themselves gifted with my life."

[...]

"In a perfect perfect world you could fuck people without giving them a piece of your heart. And every glittering kiss and every touch of flesh is another shard of heart you'll never see again.
Until walking (waking? calling?) on your own is unsupportable."


Neil Gaiman is a fuckin' brilliant motherfucker.

Tuesday, October 05, 2010

Manowar's Top 15

O Manowar Research Institute, GmbH, localizado em Biberach an der Riß, Alemanha, divulgou recentemente os resultados de sua pesquisa épica sobre a preferência das palavras utilizadas por Eric Adams, Joey DeMaio e Karl Logan - membros ativos do Manowar - nas suas composições ao longo da carreira.

Façam suas apostas, pois aí vai a lista!

As top 15 nas músicas do Manowar

15º glory 40
14º battle 46
13º black 56
12º steel 61
11º sword 64
10º death 65
9º power 76
8º fire 83
7º wind 90
6º king 105
5º blood 109
4º metal 129
3º ride 133
2º die 149
1º fight 158


Surpreendente, não?

Friday, August 13, 2010

E nem demorou muito...

... pro meu iPod travar. Valeu, Steve Jobs.


Uma das funções que o iPod apresenta é a de menus falados. Como uso muito no carro, achei uma boa idéia e resolvi testar. Funciona até aí, mas os movimentos do carro geram muita mudança no posicionamento do gadget, e ele fica alternando entre o modo normal e o cover flow... cada vez que isso acontece, ele fala. Ao chegar em casa, desativei essa função.

Hoje cedo, pluguei ele no cabo do carro e - pã! - tela azul. Ok, não foi bem assim, mas ele não queria tocar nada, nem respondia aos comandos de menu, voltar ou desligar. Travou. Saquei as mp3 de backup no celular e resolvi temporariamente a situação. Quando cheguei no trampo, pluguei-o no PC e uma batalha por controle e dominação se seguiu. Nada que reiniciadas e o help da Apple não resolvessem.

O chato é constatar: caiu a impressão de que os produtos deles são realmente superiores...

.: Ouvindo: Clutch - The Mob Goes Wild :.

Wednesday, December 03, 2008

De barraca em Paris

Esta noite sonhei que estava na França. Provavelmente Paris, mas poderia ser Lyon. Encasquetei que deveria 'entrar na cidade' (essas definições bizarras que acontecem em sonhos) através de uma ponte; na minha cabeça, seria uma forma interessante de homenagear as batalhas da segunda guerra mundial (?¹). Parecia estar em uma viagem de mochila, já que levava bastante bagagem e um saco de dormir enrolado e preso na mochila.

Vi uma placa de localização de madeira, estranhamente medieval, por onde me guiei, mas acabei em um shopping center (nesse momento eu estava 'dentro da cidade'). Frustrado por perder a ponte, vi uma loja de esportes com miniaturas de jogadores de hóquei (talvez a cidade fosse mesmo é Quebec); continuei andando, subi as escadas rolantes e saí numa seção gigante de artigos esportivos, especificamente na área de barracas. Me pareceu uma idéia razoável comprar uma barraca pra usar na França... (?²) enquanto pensava em nada, um casal francês me abordou e começou a conversar comigo. Meu francês magnifique se mostrou inútil, e não entendi porra nenhuma. O casal era cordial, e o marido logo mandou um inglês pra me facilitar a vida.

Descobri que ele era pai de uma amiga minha do Brasil, que eu nem desconfiava ser francesa, e que ela estava na Alemanha agora. Fernanda Blumenau (?³ [hahaha]) era o nome da criatura; obviamente (?⁴), essa pessoa não existe (não que eu saiba).
Resolvemos tomar um café juntos, e enquanto arrumava minha bagagem de volta às costas, colocava óculos escuros pra sair do recinto (por uma porta lateral de ferro, muito suspeita), fui abordado por um moleque com uma camiseta na cabeça, estilo FEBEM, falando algo em francês. O casal cordial já havia saído do shopping, e cá estava eu novamente sem entender porra nenhuma. Dessa vez, pelo menos, sabia se tratar de um assalto.

Pela minha cara de surpresa e incredulidade, o moleque puxou um canivete do bolso e me ameaçou... neste momento, o despertador do celular tocou Of Rich and Poor, do Amorphis (sim, aquele teminha vitorioso clássico) e eu 'saí do sonho'.
Se fosse uma cena de cinema, com aquela música, eu teria cagado o moleque a pau fácil. No sonho, provavelmente correria antes de ser forçado a encarar uma possível briga feia. Na vida real... bem, na vida real, eu falaria um francês mais ajeitado.

.: Ouvindo: Symphony X - The Eyes of Medusa :.

Tuesday, October 14, 2008

Argentina una vez más #3

Tendo em vista que não dei conta de postar a série como pretendia durante a viagem, vou tentar fazê-lo agora - o que pode dificultar em muito o processo.

02.10.08 - Jueves
Bueno, acordamos no horário do café da manhã do hostel, enrolamos na cama e quase o perdemos. Valeu muito ter levantado meio morto do último dia, porque foi o melhor café da manhã que tivemos em solo argentino.

Na saída do nosso quarto havia uma agência de viagens - Say Hueque - que se gabava por ser a agência de viagens do mochileiro independente. Muy bien, conversamos com o camarada Sebástian, que foi extremamente receptivo, como todo mundo por aqui. Conseguimos com ele algo que a internet e a visa nos negaram - comprar as passagens de ônibus até Mar del Plata. Depois desse episódio, saímos pelo centro pra uma sessão de fotos da cidade.





A empolgação tomou conta, e fomos desde a área da Casa Rosada até Porto Madero, o que dá umas 15 quadras. Ah, por lá as indicações são sempre em quadras e esquinas. E se você não souber a esquina, o taxista fica puto. Já em Porto Madero, a idéia era matar tempo até a ida pra Mar del Plata, então resolvemos pegar um cinema. Estava passando Zohan, e tem um Cinemark em Porto Madero.... só que ele ficava na outra ponta. O negócio lá é grande, e a área deve cobrir umas 17 a 20 quadras, tem até uma universidade dentro.
Pontos positivos: tomamos sorvete do Freddo e tiramos boas fotos. Pontos negativos: músculos inferiores se demitindo e ácido lático por dois ou três dias.

Zohans à parte, tomamos um táxi de volta pro hostel e comemos algo. O busão pra Mar del Plata só saía de madrugada, então peruamos errado pelo hostel e áreas anexas por um tempo. O hostel em que ficamos oferece várias atividades pros hóspedes, incluindo futebol, asado (churrasco) e aulas de español; nossos horários eram tão bizarros que não conseguimos aproveitar nenhuma delas.

Retiro
Esse é o nome da rodoviária onde pegamos o autobús até Mardel. Como não podia deixar de ser, o nome da companhia era Almirante Brown, que, depois viemos a saber, foi um marinheiro irlandês que defendeu a Argentina em algum conflito. Os conhecimentos de história do taxista pra quem eu perguntei isso não eram dos melhores. A rodoviária é bem bagunçada, e apesar do movimento a maioria os kioscos estava fechada. Quando saímos do táxi na frente da estação, um tiozinho muito do borracho chegou chegando e foi carregando nossas malas; quase estourou uma delas ao arrastar pelo chão, justo a mala que tinha rodinhas (eu disse que ele era borracho). Quando chegamos na área das plataformas, o tiozinho estende a mão e pede 5 pesos. Damn it, negociei e acabei morrendo em 4 mangos argentinos. Encontramos vários grupos de brasileiros, e todos tinham a mesma dúvida que a gente: em qual plataforma estaria o ônibus. As passagens continham dados ambígüos como "plataforma 48 a 56", e os telões não ajudavam muito. Que mala onda.

A parte boa desse rolo rodoviário foi a pontualidade, já que os horários previstos estavam sempre sendo cumpridos. Um pouco de fila pra aumentar o cansaço, e deixamos as bagagens com o camarada com cara de mexicano de faroeste que as acomodou na mala do ônibus. Passamos então ao processo de subir no ônibus. O motora conferiu nossas passagens, fez cara de quem não gostou e as devolveu; um outro comparsa dele me abordou enquanto guardava os tickets, oferecendo uma bandejinha de lanches. Cansado dessa história de ofertas bizarras, recusei; quando notei que fazia parte da passagem, botei uma debaixo do braço, ao que o meu estômago dizia "eu já sabia". Fail.

O ônibus era bem confortável, cadeiras grandes, bem reclináveis e bastante espaço. Conferi a bandejinha de sanduíches supracitada em poucos minutos, e rebati com uma coca razoavelmente gelada. A viagem seguiu tranqüila por cerca de 5 horas, até a área metropolitana de Mar del Plata - o único local que vi efetivamente, depois de bojar durante o trajeto.

Thursday, October 02, 2008

Argentina una vez más #2

Hola, chicos!
Como prometido, estou aqui tentando manter a taxa de posts em alta. Vou identificar os dias desta vez, pra quando ler esta parada numa próxima vez tudo fique claro.

01.10.08 - Miércoles
Ontem o dia foi excelente, com pitadas de correria, sono, caos e emoção. Saímos de casa às 5:45 da manhã (não necessariamente tão excelente, neste ponto), pra honrar as duas horas de antecedência requisitadas em vôos internacionais. Depois de todo o rolo que a Gol arranjou, nosso vôo ficou com saída pras 8:10, escala em Guarulhos, e chegada em Buenos Aires às 13:40.

Chegamos às 6:12 no aeroporto; check-in tranqüilo e café da manhã se sucederam até a chegada do vôo 1647. No vôo, confirmamos várias coisas: a Gol oferece lanches bem meia boca e o inglês da tripulação é de padaria. Além disso, agora tem vôos esdrúxulos que saem de Floripa, vão pra São Paulo e voltam pra Argentina - o que é um trajeto bem inteligente.

No aeroporto de Guarulhos tivemos uma troca de portões em cima da hora, e uma tripulação que improvisava linguagem de sinais. Por outro lado, conseguimos passar uma conversa em um dos aero-caras pra repetir o sanduíche que fora servido. O vôo pra Buenos Aires tomou umas duas horas e pouco, e no caminho o piloto encontrou várias 'áreas de instabilidade que não estavam previstas'. Tudo isso ajudou a atrasar o lanche, e quase morremos de fome.
Pontos positivos incluem uma foto com a Mariana Ximenes e a fauna rica de personagens on board, que renderam algumas piadas.


Descendo em Buenos Aires, a temperatura era amena, com o dia um pouco nublado. Catamos as bagagens e enfrentamos uma fila grande pra trocar reais por pesos no Banco de la Nación, cotado como tendo a melhor taxa. Cada real nos rendeu 1.51 pesos e um quase atropelamento por carrinhos de aeroporto.


A corrida para o Centro
Várias opções pra escolher aqui. Remises, táxis, autobús... paramos em uma fila dessas empresas privadas - os remises - e perguntamos. AR$ 130 a corrida, um assalto. Golpe de sorte: cruzamos com um casal de Joinville, juntamos forças e fomos negociar com os taxistas na porta do aeroporto. Portunhol forte nos caras, que também não eram fracos na arte da negociação. O resultado foi mais que bom: AR$ 120 a corrida para os quatro, AR$ 60 por casal.

O povo de Joinville ficou em um hotel cuja diária beira os US$ 300, bonitão. Nós rumamos pra um hostel bem no centro, muito bacana, o Portal del Sur. Aconchegante é a palavra: o do-it-yourself impera, o pessoal é bem bacana e as diárias son chiquitas.
Descarregamos as tralhas e fomos buscar a primeira refeição decente do dia: Bife de Chorizo con papas fritas, um clássico argentino. Voltamos estufados ao hostel, e depois de uma rápida soneca rumamos ao The Clover Irish Pub, convenientemente localizado a uma quadra do hostel.

Beleza de pub. Eles levam a cabo a expressão 'a primeira impressão é a que fica', e colocam a mina mais bonita pra recepcionar os clientes. As outras bonitas ma non troppo atendem as mesas e balcão. Pequeno rolo pra entender o que elas falavam, por conta do barulho e da velocidade com que falavam. Depois de explicar nossa condição de turistas, una charla más de espacio tornava as coisas mais tranqüilas. Sorte grande, chegamos no horário do Double Drink. Munidos de um chopp Isenbeck e um Daiquiri de Pêssego, brindamos à viagem.

De volta ao hostel, casi borrachos, dormimos o sono merecido e atrasado.

Wednesday, July 23, 2008

Copetti e as gêmeas kelly

Na última semana visitamos a oficina do Copetti para checar o andamento dos instrumentos custom que encomendamos. As madeiras já tinham chegado há algum tempo, e passada a parte inicial de projeto e definições, já temos braços inteiriços com escalas coladas e marcação de trastes definida.
A construção neck-through body conta com uma peça de mogno, corpo em mogno e escala clara em maple.



Duas Kelly 7 cordas 'gêmeas' vão sair dessa brincadeira, e estamos ansiosos pelos resultados. Mais notícias em breve!




.: Ouvindo: Van Halen - Right Now :.

Sunday, March 09, 2008

Two thumbs up

Esses dias estava de bobeira vendo TV, e acabei vendo aquele reality show do Gene Simmons, Family Jewels. O show até que não era ruim, era até engraçado ver o baixista do Kiss sendo over-protective com a própria filha, já que ele não foi nada disso com as filhas dos outros.

O melhor mesmo foi a tradução do bagulho: Gene Simmons Family Jewels virou Gene Simmons: Família Jóia.

Saturday, March 01, 2008

Ka 2008

Nesse mês de fevereiro a Ford lançou o Ka 2008 no brasil. Engraçado é que a traseira - pivô de várias polêmicas desde a primeira versão - continua sendo o calcanhar de aquiles do compacto.


As linhas um pouco mais agressivas agradam. A frente, que se mantém como ponto forte do visual, lembra bastante a do Fiesta; o geral do carro é muito bacana, mas a traseira redesenhada, apesar de muito interessante, ainda perde para a da versão anterior, melhor resolvida. O espaço interno parece ter melhorado com soluções inteligentes, e o bagageiro de 263 litros dá conta do recado.

Toda essa história sobre a traseira me lembra que à época do lançamento da primeira versão, dizia-se que "o carro foi todo desenhado com proporções áureas"; hm, parece que não aúreas o suficiente.

O problema, na verdade, é comparar o Ka nacional ao Ka feito na europa. Já no salão de Frankfurt anunciava-se o Ka europeu desse ano, possivelmente produzido pela Fiat, e equipado com motor Abarth 1.4 Turbo (mesmo do Fiat Stilo) na versão ST. O preview era esse, talvez igualmente polêmico:


É impressão minha ou as linhas da frente e lateral remetem às do Punto?

Wednesday, December 05, 2007

Peruação no Bokuto

Deu um trabalho do cão, mas ficou show!


.: Ouvindo: Opeth: Blackwater Park :.

Monday, November 12, 2007

Síndrome de Newton

Estava eu calmamente andando pelos arredores do CED, quando não mais que de repente, um fruto de uma das árvores anexas cede à força da gravidade e cai a poucos centímetros de duas transeuntes desavisadas. A menina sentiu o vento na parte de trás da cabeça, seguido do 'thump' do fruto caindo no chão.

Incrível. O ser sério e inabalável que vos fala, presenciando a cena, cedeu aos ataques de riso inevitáveis.

A (tosca) foto abaixo comprova que um baque desses pode matar.

Se a maçã de Newton fosse desse tamanho, não teríamos teoria nenhuma.

Nota mental: nunca estacionar o carro nos arredores, apesar da sombra propícia.

.: Ouvindo: Violent Work of Art - Misery Loves You :.

Tuesday, October 30, 2007

Tropa de Elite

Domingão é dia de cinema, e como eu já tô defasado há algum tempo com a sétima arte, arrebatamos dois ingressos pra sessão das 9 do Tropa de Elite. Pura arte.



A trama envolvendo Capitão Nascimento, Neto, André e comparsas é genial. De longe mais grosseiro e 'na cara' do que Cidade de Deus, Tropa de Elite consegue se mostrar bastante pessoal e psicológico - o que acontece de maneira mais distante no primeiro. No quesito ação, o filme não deve em nada pros melhores do gênero; armas, corpos, sacos, pancadaria e baixaria. Tudo 'na conta do papa'.

Acontece que ir ao cinema não se resume apenas a ver o filme. O cidadão compra ingresso, pipoca e refrigerante com a atendente meio away, fica conferindo as pessoas bizarras em volta, entra na sala bem cedo e pega ótimos lugares... e ainda dá tempo pra sacar o inglês (e português) de padaria do pessoal.

Só alegria.

Ah, a estrutura dos cinemas do Itaguaçu agora está bastante interessante, finalmente com salas grandes e anguladas. O som não me impressionou, mas está muito melhor do que antes. Sendo mais perto de casa, tá valendo o esforço.

.: Ouvindo: Soilwork - Overload :.

Tuesday, October 23, 2007

Senta, corno!

A expressão é normalmente utilizada no cinema, mas vou me apropriar dela para esta situação.

08:10 - Chego hoje cedo no trampo, hall do CED quase vazio; dois cidadãos conversam em meio às mesas do bar, em pé.

09:50 - Saio pra comer alguma coisa. Dou de cara com as duas mesmas figuras de pé, conversando. Termino o sanduba e eles ainda estão lá.

É possível, isso? Duas horas de pé, com cadeiras disponíveis?
Aquela cultura de bar, de sentar e jogar conversa fora, pedir uma cerveja (não no campus, ok), pra onde vai?

Incrível!

.: Ouvindo: Lacuna Coil - Swamped :.

Tuesday, October 09, 2007

Whatever Burger

Almocei em um novo joint esses dias, ali no Elefante Branco, o tal (Whatever) Burger. Tem gosto, até.
Além de sanduíches e hamburgers, o prato feito deles é show: salada de tomate e alface, arroz, batata frita, e um bifão alto com ovo por cima.

Só acho que o outfit deles - um chapéu de cowboy e lencinho vermelho no pescoço - não vai durar muito.

.: Ouvindo: Men at Work - Overkill :.

Monday, June 11, 2007

Cão Terapia

Nesse sábado conhecemos o projeto Cão Terapia, iniciativa de um pessoal vidrado em cães, e preocupado com a situação dos animais de rua. Visitamos um canil em barreiros e foi só alegria - passear, brincar e se sujar com os cachorros de lá.
A meta é entreter e proporcionar algo fundamental aos animais, e que não é provido pelo canil: calor humano.

Genial usar um pedaço do sábado pra zoar com o Blackie (foto), Relâmpago (um pastor alemão com uma orelha cortada) e mais uma cachorrada bacana. Recomendo uma 'fuçada' no projeto:

- Cão Terapia

- Post com detalhes


Sayonara, Oki o tsukete!


.: Ouvindo: Population 1 - Exit :.

Tuesday, May 08, 2007

Puta merda, hein?

Minha mãe acaba de me inteirar que o digníssimo maluco e charlatão, Sr. Paulo Coelho, vai participar de uma novela. Ótimo. O nível deste estilo de programação está mantido e assegurado por mais esta temporada. Segundo a TGG, um adendo com intenções de pedida.

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Chuva e domingo são sinônimos de caos no trânsito. A rapazeada que nunca dirige, tira o carango da garagem nestas situações. Só hoje, duas mulheres e um cara se jogaram na minha frente, assim, como se passassem do quarto pra sala. Segundo a TGG, um dividendo com possibilidade de pendências fortes.

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Sinto que a tolerância em relação ao (que eu considero) tosco, baixo, ridículo e vão está baixando. Beware.

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Edit: isso não quer dizer que não reconheça o bom; tive que me aventurar nas entranhas do PC neste final de semana, e descobri uma ótima sacada da Gigabyte, fabricante da minha placa-mãe: os cabos seriais que ligam os acessórios à placa mãe têm uma faixa de plástico resistente que permite a fácil remoção do cabo... engenhoso.


.: Ouvindo: Amorphis - Evil Inside :.

Monday, March 19, 2007

Down the drain...

Designers? Para quê?

100

Centésimo post no blog. Whooray.

:)

Wednesday, March 14, 2007

Diário de Gravação - 08/03/2007

Senhoras e senhores, meninos e meninas, casos omissos e afins;



E assim continuamos nossa Campanha de gravação KK.


Nem tudo está calmo no fronte ocidental: o pelotão das guitarras encontrou grande resistência charlie e freou sua posição a aproximadamente 23km de Saigon. Para evitar um confronto direto, despachamos a artilharia pesada do baixo para equilibrar as forças. Estamos sofrendo com a falta de provisões... as cordas peso-pesado que estávamos usando estão esgotadas em todos os nossos arsenais; tivemos que importá-las de São Paulo (Capital do Laos), mas devido a atrasos e bloqueios nas estradas elas tardam a chegar, e até o presente momento não há sinal delas.



Avançamos então com a artilharia pesada gravando os baixos das músicas. Major Chiella comandou a operação que no início parecia fadada ao fracasso, uma vez que os timbres não estavam como tínhamos em mente. É importante frisar que eles não estavam ruins, mas não perfeitos; e como diria o Mestre Yoda, "Do or do not. There's no try".





A primeira carga de baixos foi gravada sofrendo poucas baixas. Após uma rápida reunião com o comando central decidimos que algo deveria ser feito para melhorar o moral da tropa. Major Chiella utilizou palhetas (!!!!) para a gravação e acertou outro timbre no seu SansAmp da Tech 21. Isso resultou em um baixo com definição e peso. A utilização do novo instrumento de alto impacto made by Copetti foi crucial para este resultado. Decidimos gravar tudo dessa maneira e regravar outras 3 faixas já prontas, porém fora do padrão.



















Enquanto aguardamos os suprimentos para voltarmos a ofensiva guitarrística, os baixos continuarão a avançar rumo ao desconhecido... pretendemos tomar as bases inimigas em Hanói na semana que vem.


The DKM's


Números da guerra:

Bases Gravadas: 35%
Baixos gravados: 50%
Leads Gravados: 10%
Vocais Gravados: 0%
Solos Gravados 0%
Maços de Marlboro: 39
Pacotes de amendoim: 5 ½
Litros de refrigerante: 26
Charlies nas árvores: 14
Conselhos da Inteligência Naval: 0
Napalm: 25
Catapultas avariadas: 12
Acidentes envolvendo animais silvestres: 2
Problemas psicológicos adquiridos: 7
Piadas de mau gosto: 401

Nenhum músico foi ferido durante a gravação desse álbum. Ainda.

Tuesday, February 27, 2007

Stuff

Esbarrei com um quiz esses dias, "What guitarist are you?". Tá aí o resultado, surpreendente! Se isso valesse pra técnica também, estaria absolutamente feliz.

Which Guitar Player Are You?



Marty Friedman
You are Marty Friedman! Formerly of Cacophony and Megadeth, you have one of the most distinct sounds of any guitar player. Your style fits well in any type of music; you are so versatile that you have to stay solo so that you can stretch every aspect of your ability. You are one of the best sweep-pickers ever to live, and you're very elusive.
Take The Quiz Now!Quizzes by myYearbook.com


Fukk yeah.

---

Hoje resolvi formatar o pc novo, ajustar as partições e instalar tudo que preciso pra trampar. Wish me luck. Por enquanto, decidi nomear as partições com nomes de deuses Egípcios - Hórus, Seth e Anúbis -, mas vamos ver no que vai dar...

Até!

.: Ouvindo: Dream Theater - In the Name of God :.