(Do you) like Blakk Market?

Listen to us! Theater of Lies by Blakk Market

Saturday, April 21, 2007

Anonymous?!

Último post gerou polêmica...

anonymous disse...

em primeiro quanto o el divino lhe pagou para falar mal do floripa music hall na internet?
o el divino´é um lugar sem estrutura, e não é um dos melhores atendimentos ao cliente, mas tem nome, idai que ele tem nome já o floripa music hall vem agradando a todos os melhores shows uma estrutura ótima, e se voce achou e o atendimento de lá é ruim, volte lá que voce vai ver ;)
só um conselho fica bem quietinho na tua toca
quietinho thiago rocha


Hahaha! É a praga do mundo digital, isso!
Por favor, não tem envergadura pra manter seus argumentos mostrando a cara, então deixa de papo.

Cidadão, meu interesse é qualidade; falei mal do FMH porque a situação real era essa. Não falo mal do El Divino porque nunca fui lá - a única vez que entrei na casa, ela atendia por outro nome e estava abrigando um espetáculo de jazz.

Ontem fui conferir o cinema do Iguatemi e vou falar mal do mesmo jeito em um próximo post, já que paguei R$ 16 pra ver um filme com caixas de som estouradas e estrutura de consumação despreparada (além da já esperada fila na entrada).

Enfim, esse 'nível de exigência' é inerente à situação, afinal de contas você gera expectativas. Também sinto isso nas minhas atividades, se entrego um material aquém da qualidade pretendida, sou criticado. Porquê deveria exigir menos?

See ya.

Thursday, April 19, 2007

Floripa Music Hall

Ontem, minha mãe foi na inauguração do Floripa Music Hall, com o show da Gal Costa.

Que alegria! Casa nova, show com nome consagrado da MPB, nada pode dar errado, certo?
Errado. Logo na chegada o problema claríssimo (que eu já tinha previsto) se mostra: "me desculpe, senhora, mas o estacionamento está lotado".
Óbvio que está lotado, simplesmente porque o espaço físico ali serve pra apenas uma das estruturas - uma casa de shows de grande porte ou um estacionamento de grande porte.

Falando em porte, parece que o estabelecimento abriga por volta de 1000 pessoas... não é lá absurdo, o CIC tem capacidade pra 900. A diferença é que na casa nova essas 1000 ficam instaladas em mesas. (o que me leva a questionar, se fosse um show mais descontraído, sem mesas, a capacidade praticamente dobraria... onde eles iam enfiar tanto carro?)

Lá pelas tantas, com garrafa de champagne e sem guardanapos na mesa, as pessoas decidem ir ao banheiro. Ao final de todo o processo, a constatação de que falta água em todas as torneiras...

É o que eu sempre digo... até o Bebum McGyver faria algo de melhor estirpe.

.: Ouvindo: Anthrax - Only :.

Monday, April 16, 2007

Sonhando alto

Essa noite sonhei que estava olhando pela janela do meu quarto. No sonho, o prédio alto aqui da frente não tinha sido construído ainda, era o lote vazio, com ratos e arbustos que dominavam o local.

Bem, avistei um casal de meia idade entrando pelo lote vazio, meio que procurando alguma coisa. Em trajes de festa. Era noite, e o motivo da investida noturna logo tornou-se claro: achar uma moita alta pra aventuras pouco ortodoxas.
Não demorou muito, e o casal pouco ortodoxo deitou. Peças de roupa começaram a voar, quando não mais que de repente, um ALCE sai mugindo de outra parte da moita e afugenta o casal.


O cara corre mais que nigeriano em São Silvetre; a mina, com uns quilinhos a mais, fica. O Alce começa a bater e a espetar a mina com os chifres absurdos e ela berra desesperadamente no processo.
Lá pelas tantas, a mina nota que o Alce tem um machucado na perna; era um bagulho entranhado, parecia um vegetal colorido, similar a uma flor, ligada à base que se mesclava à carne. Quase um tumor externo.
Num ato de desespero, a mina agarra o vegetal que brotava da perna do Alce e o puxa com força, arrancando-o. O Alce urra de dor, se retorce, e fica manso que nem um gatinho.
A mina, ainda viva, levanta e corre do local; e eu acordo não sabendo onde estou.


Swedish Moose Warning sign

Faz algum sentido pra vocês?

.: Ouvindo: Dark Tranquillity - Focus Shift :.

Wednesday, April 11, 2007

Eat this

Essa temporada no Guia Floripa rendeu boas histórias.

Durante a semana, dois senhores visitaram a sede da empresa em busca de algumas soluções pro aniversário do seu estabelecimento, o Armazém Vieira. Logo na entrada, o cara olhou pra mim e bradou "Esse moleque toca em banda!".

Lá pelas tantas, comecei a conversar com o cidadão, falei da banda e ele imediatamente lamentou o encerramento das atividades do Underground, o bar do Frank. Fiquei surpreso. O cara comentou que o local era um dos pontos mais criativos da cidade, que abria espaço pra bandas pequenas, etc, etc. E ainda arrematou: "Tudo culpa daquele vizinho chato dele, o ricaço. Reclamava do barulho, mas o que ele não gostava mesmo era do pessoal; agora tá lá, com piscina no meio das dunas."
Só faltou chamar o cara de FDP.

Tudo isso me lembra que as casas onde se podia ouvir o bom e velho heavy metal estão indo pro buraco. Malditos.

.: Ouvindo: Amorphis - My Kantele :.

Thursday, March 29, 2007

Hm

Curious. Nothing seems to change.

Tuesday, March 27, 2007

É Fogo

Hoje de manhã saí cedo pro trampo (hmm). Logo ao pisar fora da porta, cheiro de fumaça no corredor; berrei pra minha mãe "me liga se o prédio tiver pegando fogo" e toquei pro trampo. No meio do caminho, encontro uma vizinha que pouco vejo, abaixada limpando alguma coisa no chão, e sacolas de lixo por perto. Cumprimentei-a e fui pra garagem.

Chegando em casa à noite, minha mãe relata o ocorrido: a vizinha desceu pra jogar fora o lixo, o qual estava vazando/pingando; subiu no apartamento pra pegar algo pra limpar a sujeira e, ao descer, encontrou a pilha de lixo que tinha deixado no corredor pegando fogo!

Só me constam duas situações plausíveis nessa história:

- algum vizinho louco (não seria o primeiro) passou por ali e jogou um ponta de cigarro ou resolveu tocar fogo no bagulho;

- está relatado um caso incrível de combustão espontânea;

E tenho dito.

Wednesday, March 21, 2007

God of War II

Hoje fui à casa do Mestre durante a tarde, depois de uma passada frustrada no centro. Curioso como as coisas são; de uma furada pra uma estréia banhada em sangue e vísceras.

Centro da cidade, destino: ARS. A missão confiada pelo comando era capturar dois ingressos pra um grande evento prestes a ocorrer na província. A grande decepção foi perceber que a única maneira de obter tais itens era com moeda corrente - a qual este que vos fala sente falta - e que os cheques (voadores, ok) não eram aceitos.
Depois de uma rápida discussão, decidimos ir até a Mansão dos Alfaiates peruar errado. Filei um rango e ainda pude conferir em primeira mão o God of War II (PS2), recém lançado nos EUA.

O jogo é absolutamente grosseiro. A primeira parte já era absurda, e dessa vez os caras se passaram. Além de bonito e bem construído, GoWII é quase gore. Fatiar pessoas e criaturas é tarefa simples; peitar o Colosso de Rodes requer um tanto de perícia.
Com um pouco de sorte e extinto explorador, é possível trombar com duas "deusas gregas" à sua disposição em uma das termas por onde você passa. Uma combinação de botões, e as garotas vão à loucura. "Praise the gods!", bradam, enquanto Kratos ajeita seu saiote e parte pra briga novamente.
Em suma, jogue, se possível for.

Mais à noite iniciei a edição dos vídeos das gravações do Blakk Market. Bizarro é a palavra.
Em breve num myspace perto de você.

Oyasuminasai!

.: Ouvindo: Heavens Gate - Black Religion :.

Monday, March 19, 2007

Down the drain...

Designers? Para quê?

100

Centésimo post no blog. Whooray.

:)

Wednesday, March 14, 2007

Diário de Gravação - 08/03/2007

Senhoras e senhores, meninos e meninas, casos omissos e afins;



E assim continuamos nossa Campanha de gravação KK.


Nem tudo está calmo no fronte ocidental: o pelotão das guitarras encontrou grande resistência charlie e freou sua posição a aproximadamente 23km de Saigon. Para evitar um confronto direto, despachamos a artilharia pesada do baixo para equilibrar as forças. Estamos sofrendo com a falta de provisões... as cordas peso-pesado que estávamos usando estão esgotadas em todos os nossos arsenais; tivemos que importá-las de São Paulo (Capital do Laos), mas devido a atrasos e bloqueios nas estradas elas tardam a chegar, e até o presente momento não há sinal delas.



Avançamos então com a artilharia pesada gravando os baixos das músicas. Major Chiella comandou a operação que no início parecia fadada ao fracasso, uma vez que os timbres não estavam como tínhamos em mente. É importante frisar que eles não estavam ruins, mas não perfeitos; e como diria o Mestre Yoda, "Do or do not. There's no try".





A primeira carga de baixos foi gravada sofrendo poucas baixas. Após uma rápida reunião com o comando central decidimos que algo deveria ser feito para melhorar o moral da tropa. Major Chiella utilizou palhetas (!!!!) para a gravação e acertou outro timbre no seu SansAmp da Tech 21. Isso resultou em um baixo com definição e peso. A utilização do novo instrumento de alto impacto made by Copetti foi crucial para este resultado. Decidimos gravar tudo dessa maneira e regravar outras 3 faixas já prontas, porém fora do padrão.



















Enquanto aguardamos os suprimentos para voltarmos a ofensiva guitarrística, os baixos continuarão a avançar rumo ao desconhecido... pretendemos tomar as bases inimigas em Hanói na semana que vem.


The DKM's


Números da guerra:

Bases Gravadas: 35%
Baixos gravados: 50%
Leads Gravados: 10%
Vocais Gravados: 0%
Solos Gravados 0%
Maços de Marlboro: 39
Pacotes de amendoim: 5 ½
Litros de refrigerante: 26
Charlies nas árvores: 14
Conselhos da Inteligência Naval: 0
Napalm: 25
Catapultas avariadas: 12
Acidentes envolvendo animais silvestres: 2
Problemas psicológicos adquiridos: 7
Piadas de mau gosto: 401

Nenhum músico foi ferido durante a gravação desse álbum. Ainda.