(Do you) like Blakk Market?

Listen to us! Theater of Lies by Blakk Market

Sunday, January 15, 2006

1934

Durante essa semana, em uma das minhas visitas ao Angeloni da Madre Benvenuta, notei uma mulher, já nos seus 40 e tantos, que usava uma camiseta cinza-mesclada, com uma estampa curiosa, curvada em arco, que dizia:

Playboy 1934

Entre ver a mulher logo na entrada do estabelecimento e chegar na padaria pra forrar o estômago, fiquei imaginando o que ela queria dizer com aquilo. Talvez ela tivesse pousado na playboy em 1934? Talvez a mãe dela... Não, a revista não existia. Acho que na verdade ela tem um desejo secreto de posar para a revista, desejo esse reprimido desde que era moça... ?!
Ela poderia estar reclamando os direitos autorais da revista pra ela mesma? Acusando Hugh Hefner de plágio, assim, (me desculpem o trocadalho) de peito aberto, em pleno angeloni? Riddle me this.

Veja Hugh aí na foto.... esse é o cara que sofre de dores nas costas de tanto comer mulheres bonitas.

A grande questão é: leia o que diz a sua camiseta. Se você não sabe, pergunte ao vizinho (embora você possa ser enganado). Ah, e cuidado com as camisetas com kanjis japoneses - muitas vezes você pode sair na rua com um kanji que significa "baitola e bichona" achando que está abafando.

Dewa Mata!


Wednesday, January 11, 2006

Correria

Opa,

Depois de um hiato de quase um mês voltei a postar!

O último post que escrevi foi sumariamente perdido - estava na palmsoft, esperando a green light pro início do churrasco de encerramento de atividades, escrevendo a sequência do último post, pára-raio de louco. Já tava com 90% escrito, quando o pessoal decidiu tocar pro churrasco e desligaram a rede! Pronto, já não tinha mais como salvar ou postar, também não adiantava copiar pra um .txt sem poder enviar pra mim mesmo depois... scheiße.

Durante as férias nem cheguei perto do blog, mas adiantamos o lado do Blakk Market. Estamos gravando uma pré-produção de algumas músicas pra ter material, tá ficando bacana. Devemos disponibilizar uma pra download na página em breve. Já adianto que é bem diferente do nosso habitual... ;)

O réveillon, apesar de levemente controverso, foi bacana. Passamos nos açores - na casa de amigos - e durante a virada ficamos na praia. Só senti falta daquela contagem regressiva clássica, o ano foi entrando (opa!) direto e sem escalas, com uma queima de fogos modesta, em falta de adjetivo melhor.

Logo no dia 2 já voltei a trabalhar pra pôr a casa em ordem. A página da Palm tá nos finalmentes e tô começando a implementar um blog lá - o "I TU?! - o Blog da PalmSoft" - como não podia deixar de ser, contando com uma piada interna já de cara. E eu nem fui o responsável pelo nome!

No mais, tá tudo em casa.

Pra visitar o site da palm, vá em: www.palmsoft.com.br
Pra visitar o site do Blakk Market: www.blakkmarket.com.br

Até!

Tuesday, December 20, 2005

Pára-raio de louco: a missão

Esse final de semana foi trash. O modo pára-raio de louco estava engajado e arrisco dizer que no afterburner. Vamos direto ao ponto (tô publicando no intervalo do almoço).

Sábado de manhã fui com a patroa no centro (pior idéia do mês - o trânsito tava um inferno) ver presentes, almoçar e emendar depois com um ensaio da banda. Muito bem, a patroa estava querendo furar as orelhas outras vezes. Fomos até as lojas "especializadas", compramos os acessórios e conseguimos uma indicação de uma moça que furava. Com requintes de crueldade.

Fomos até lá, movimento, senha e tudo mais. O negócio era gerido por três mulheres, parentes entre si, eu presumo, o que já anunciava o caos que estava por vir. Ao entrar na sala de "operação", fomos recepcionados por uma das irmãs, que logo depois foi substituída pela outra que só falava merda (e usava roupas extravagantes). Uma das pérolas que ela soltou foi:

"Minha avó não usava calcinha."

Realmente era muito mais do que eu estava espeando ouvir. O pior foi ter que concordar e fingir naturalidade...
Zarpamos da loja e fomos almoçar, pra depois irmos no ensaio. Nada de anormal aí, a não ser pelas batatas-sorriso. elas sempre me intrigaram.

No outro dia, rolou almoço no shopping trindade, carinhosamente apelidado de shoppingzinho da trindade. Decidimos comer no Palazzio, um joint de massas preparadas na hora, al dente. Lá encontramos um fulano muito louco, que me lembrou dos sequelados que rondam os shows de metal por aqui; o cara era gaúcho, já tinha morado em São Paulo quando era hippie e queria descolar um almoço na faixa. Fazia propaganda do restaurante e puxava o saco do dono do restaurante, à medida que enchia o meu. Aliás, essa época de festas natalinas me lembra do Papai Noel, o que me lembra automaticamente de que o saco dele está sempre cheio. Malditas criancinhas.
Retomando, o cara alugou a gente muito tempo, contou história e falou besteira adoidado.... a gente foi sentar pra comer e o maluco ficou ali, pirando com o cara do restautante. A gente já tava quase saindo quando ele se tocou e picou a mula. No caminho ainda tentou descolar um sorvete, se sucesso. Só dá louco.

Ah, se você for no shoppingzinho da trindade de carro, estacione no lado oposto da praça do pida: é perto igual e ninguém te cobra pra "dar uma olhadinha".

Dewa mata!

.: Ouvindo: Corrosion of Conformity - Great Purification : .

Sunday, November 20, 2005

Blow your speakers...

Nossa... vocês, habitués deste blog, já conhecem a fama de porcalhões dos meus 'queridos' vizinhos do 4º andar. Bom, na última semana essa fama se (re)confirmou - com requintes de crueldade, devo dizer.

Estávamos nós fazendo um get together aqui em casa, quando do nada, cai uma massa rosa disforme do céu, acerta a janela da cozinha e rola/escorre até lá embaixo, deixando um rastro escroto até o chão...
Obviamente o fato interrompe o bate-papo, e os presentes se levantam e dedicam os próximos 10 minutos tentando descobrir o quê diabos era aquilo?!
A primeira tentativa foi melancia. Não colou, ninguém ali tinha visto melancia rosa ainda. Pensamos várias coisas absurdas, relacionadas a comida ou não; citaram até aquela geléia escrota que a gente brincava quando era criança, Geleca, eu acho... até aí nada. Nenhuma das suposições batia com as características do material esparramado pela janela e arredores.
Depois de muita discussão, risadas, xingamentos e pedidas, chegamso à conclusão unânime: era porra de Ursinho Carinhoso. Inferno.

Agora, das duas uma: ou os ursinhos carinhosos tão tirando com a minha cara ou os meus vizinhos têm sérias perversões sexuais (disso eu não duvido).

Bom, já tô bolando a minha estratégia pra tomar uma atitude. Acidentalmente, vou perder meu amp de guitarra. Isso mesmo, vou perder ele na frente da porta dos vizinhos do 4º andar. Daí é só arranjar um cabo bem grande e nail down os riffs de Die, die my darling. Bem alto.
Volume do cubo tão no talo que vc consegue ouvir o 'shhhhhhh' das caixas... e quando abre a guitarra sobe aquela microfonia pequena, controlada, que anuncia o caos. Como dizia um amigo meu, 'On my signal, unleash hell'.
Daí, quando o vizinho abrir a porta, o bicho pega. Ele segue o cabo até a porta do meu ap (se ele for inteligente o suficiente pra isso) e tendo um ataque histérico pergunta o que está acontecendo. Calmamente, eu respondo pra ele que 'tinha perdido meu cubo, resolvi ligar a guitarra bem alto pra ver se encontrava! Você achou? Na porta da sua casa?! Mas que coincidência!!!'

É claro que eu corro o risco de ter meu cubo avariado... what the hell, this is worth the fun.

Abraço!

.: Ouvindo: Mr. Big - Wind Me Up (live) :.

Sunday, November 13, 2005

Truth hurts... ?!

Truth hurts?
Only for those who don't want to see it.



.: Ouvindo: Explorer's Club - Raising The Mammoth: Vertebrates :.

Saturday, November 12, 2005

Manifesto escatológico


Ohayou Gozaimasu!

Cheguei à conclusão de que blog é que nem casamento: pros bons e maus momentos, na saúde e na doença e toda aquela palhaçada hipócrita. Isso, e os fatos escabrosos que ocorreram ontem (e eu vou relatar, para deleite dos leitores) me levaram à segunda conclusão, já conhecida, extremamente lógica e indiscutível: coca-cola é bom pra caralho. Desentope pias e segura rebosteio...

Well, ontem parecia um dia normal, levantar cedo pro trampo, banhão ainda zumbizando e afins. Acontece que algo desconhecido (possivelmente um omelete na noite passada) fez com que meu sistema digestivo ficasse instável. Kkakkakkaka, vejam a sutileza pra dizer que tava com caganeira!
Muito bem, o desavisado aqui foi pro trampo depois de se prevenir comendo uma banana no café da manhã. No caminho nenhuma ocorrência digna de nota, let's just say my belly kept radio silence. Depois de já instalado no trampo, PC ligado e prancheta em mãos, "comecei a sentir as contrações" (hehehe). Nessa situação, todo mundo sabe, o cara analisa e comenta pra si mesmo: "essa é das boas", "agora fodeu", ou algo que o valha. Eu, fazendo uso da onda de slangs militares, comentei simplesmente "FUBAR". Miraculosamente cheguei até quase o meio da manhã mantendo a situação nas mãos - depois disso foi só ladeira abaixo. Sabe mijadeira, quando o cara toma aquelas geladas? Pois é, depois da primeira não pára mais. Para meu desespero e azar dos frequentadores do banheiro, começava ali meu pequeno inferno astral.

*** Disclaimer: Não recomendo o próximo trecho (marcado em cinza) para os acometidos de problemas do coração, coluna ou tendinite; aqueles que não suportam coisas nojentas, escatológicas ou similares também podem pular direto para o final do texto. O autor ou o Blogger.com não podem ser responsabilizados pelas consequëncias da desobediência deste aviso. ***

O negócio estava realmente feio. Não conseguia me concentrar, trabalhar direito, suava frio e me sentia mal. Logo depois do telefonema misterioso, entra em meu escritório uma moça elegante, vestido vermelho e lágrimas nos olhos... (opa, me empolguei demais com o clima noir, me desculpem. Desconsiderem a última frase heheh.)
No meio da manhã o intestino deu o ultimato, um aviso impossível de passar despercebido, aquela revirada na barriga acompanhada da dor (oh, the pain). Quase me borrei na cadeira. Dei aquela leve disfarçada, celular na mão e escapuli até o banheiro. Lá chegando, bati um papo com a tia cecrisa - papo longo, demorado e tenso. O rebosteio era pior do que pensava, era daqueles que espirram pra fora da bunda. Inferno. Acho que fiquei uns 15 minutos sofrendo no banheiro até que veio a calmaria. Dei seqüencia aos procedimentos e voltei ao posto de trabalho.
Comecei o damage control com aqueles biscoitos Cream Crackers e água, além de tentar distrair a cabeça com outra coisa (trabalho, no caso, mas tava foda). Perto da hora do almoço aconteceu o pior: fome e problemas intestinais, que combinação filha da puta. Nem preciso comentar que antes de sair pro almoço fiz outro pit stop no banheiro, e merda (literalmente) quase arranquei os azulejos da parede. Não tinha mais o que cagar e ainda por cima aquela bosta literal fedia demais!

Durante o almoço continuei os procedimentos de damage control, batata e coisas grelhadas bombando. Não que tenha adiantado muito, durante à tarde fui obrigado a bater ponto no toalete mais duas vezes, que desgraça. Os co-workers já achando estranho, todo aquele clima tenso... Numa das vezes em que parei pro pit stop os dois banheiros estavam ocupados. Tive que respirar fundo, concentrar energia no tandem e força nas pernas - dois lances de escada pra quem tá se borrando não é fácil. Finalmente cheguei no banheiro do ático, e pude... dar vazão ao chamado da mãe-natureza.

***

Logo depois falei com a patroa e ela me lembrou do santo remédio: Coca cola. Corri até o Mini Kalzone logo em frente e arrematei uma latinha. Ah, desceu como leite e bateu no estômago redondo. Essa latinha freou o rebosteio até o final do expediente, pseudo-hora extra e tudo mais; logo depois encontrei com a patroa e fui pra casa dela. Lá fui muito bem cuidado, inclusive com comida especial pra minha condição e coca cola sem gás. Apesar dos esforços a caganeira não dava trégua, tive que interditar o banheiro da casa da sogra duas vezes depois disso. Vergonhoso.

Voltei pra casa e a coisa parecia melhorar: consegui resolver as coisas e dormir na boa. Hoje de manhã mantive a dieta de cream crackers com coca sem gás, essa primeira do dia que deve me render uma úlcera em breve. No meio do café, para o meu desespero e incredulidade, o estômago reclamava, indicando que o rebosteio resistia...

Aumentei a dose de drogas consumidas, no menu constam agora purê de batata, frango grelhado, coca cola sem gás e cream crackers, chá preto e floratil. Bom, depois de um dia e meio se esvaindo em bosta tenho que tomar um alopático pra ver no que dá... o resultado eu posto depois. Wish me luck e viva à Coca Cola!

Até!

.: Ouvindo: Nevermore - Sentient 6 (live bootleg) :.

Wednesday, November 09, 2005

The Sims: Earth

Acabei de chegar em casa do trampo e, agora mesmo, vi um carro com um adesivo no vidro lateral que dizia "Deus é bom". Beleza, eu tô levemente cansado e com algumas coisas pra correr atrás, então não vou ficar questionando a fé de ninguém...



...



Pensando bem, vou sim. Por acaso o cidadão ali tem alguma prova do que está mostrando? Damn it, realmente a vida dele deve ser boa e sem problemas quaisquer; com um Deus todo-poderoso olhando por ele a coisa fica fácil. Opa, mas se fosse assim o adesivo não estaria preso à um carro todo fudido... (?!)

Longe de mim reclamar da minha vida (mesmo que às vezes me pegue fazendo isso), esse balanço me agrada - uma hora tá bom e outra hora tá meia boca, sempre com as "voltas por cima".
Acontece que, por melhor (no meu sentido de melhor) que seja a vida do cidadão, ele não pode afirmar tal coisa. Afinal de contas, se eu tenho que respeitar a fé dele e estamos num país que acolhe muitos credos, ele também deve respeitar o que eu acredito. Se você chegou até aqui me achando otimista, muito bem. A real é que Deus - ou Quem-quer-que-seja-lá-em-cima/baixo - está jogando The Sims contra a gente. "Graças à Deus" ele é bem ruim nisso e o sistema também não ajuda: publicar hoje no blog só foi possível porque ele tava baixando o pacote de expansão The Sims: Earth e parou um pouco de tirar com a nossa cara....

Dewa Mata!

.: Ouvindo: Masterplan - Crimson Rider :.

Wednesday, November 02, 2005

O caos rastejante pelo trânsito.

Tenho que admitir que nesses últimos dias, final de semana incluso, vi mais cagadas de trânsito do que no mês inteiro. Acho que meu talento natural de pára-raio de louco está se extendendo também pro trânsito...
Teve de tudo um pouco, sempre permeadas por um longo, forte, efusivo, ofensivo, arbitrário xingamento deste que vos fala. Quem já andou comigo sabe disso. ;)

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Na outra semana, saindo de casa pro trampo, 7:38 da matina, rola uma cagada forte: um moleque, com não mais do que 7 anos, se meteu na minha frente pra atravessar a rua. Detalhe é que ele estava olhando pro outro lado. Agravante: eu estava com o carro da minha mãe, que tem um freio muito sensível e logo de cara travei as rodas - o carro deslizou pela pista molhada. Foi bem quase.
Porra, se a criança não tem condições mínimas de inteligência pra atravessar a rua, por quê deixá-la ir ao colégio sozinha?! Diabos, buzinei feito um louco e xinguei até a sexta geração do moleque, que tomou um cagasso tão grande que deve ter olhado pros dois lados antes de entrar no portão do colégio.

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Final de semana, madrugada, voltando da casa da patroa. Túnel Antonieta de Barros vazio, só eu e um Escort cruzando a pista. Qual não foi a nossa surpresa, quando nos deparamos, ao final do túnel com outro carro - virado de frente pra gente - na pista da esquerda (onde eu estava). Quase me borrei nas calças, nunca esperaria encontrar um par de faróis no final do túnel. Depois de sinalizar a minha presença com um farol alto curto, cortei com tudo pra pista do meio, logo atrás do Escort. Cu na mão, não passava nem um elétron. Esse acho q nem xinguei propriamente, o cagasso foi maior do que a raiva....
Ao que tudo indica, o camarada veio all the way na contramão, desde aquela rua paralela que desemboca no fórum até ali! Coisa de louco. Damn you too, ainda bem que não deu em nada.

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Ontem, levando a patroa em casa, já num horário avançado, passando mais uma vez pelo túnel (no sentido contrário). Fiz o caminho padrão, como se fosse pra UFSC, saindo ali na frente do Armazén Vieira. Entrando pra pegar aquele morro, dei de frente com um Uno preto, parado e apagado, na contramão, com um cara fazendo sinal pra esperar e entrando com metade do corpo no carro logo em seguida. O 'sentido de aranha' fez o serviço, e ao mesmo tempo que falava "Eu é que não fico aqui pra ver o que é", dei ré no gás, voltando pra principal quase na frente de outro cara e saindo fora pela rua antiga, pra chegar no meu destino passando pelo Iega.
Paranóia? I don't think so.

Voltando pra casa na seqüencia, fui cortado por dois carros ao mesmo tempo na Via Expressa, altura do angeloni. Estava na pista da direita, na boa, quando vêm num gás absurdo um Golf prata e um A3. O A3 segue pela pista da esquerda e me ultrapassa; o Golf, não querendo perder a parada, também me ultrapassa - mas pelo acostamento! - e segue no encalço do A3. Bizarro, desnecessário e arriscado. Coisa de quem tem pinto pequeno.

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Aproveitei o feriado pra fazer coisas raras, atualmente: atualizei o fotolog e o blog, tô de pijama até agora e almocei em casa... durante a tarde devo adiantar um freela e tocar um pouco de guitarra antes de me mandar pra casa da patroa. Show!

Só pra constar, a piada interna do trampo: Tintin Ochiro!

Abraços!

.: Ouvindo: Frank Solari - Na pressão :.

Wednesday, October 19, 2005

Garoto propaganda?!

Nossa, eu deveria mais uma vez me desculpar pela falta de posts por aqui; acontece que o blog é pra ser algo relax, então que se foda. Tenho mais o que fazer agora! (kkakkakkak)

Enfim, recebi um e-mail de um camarada do design ontem, tratando de um assunto levemente inusitado; o campo subject lia "É você?!". Conferi o conteúdo, e qual não foi a minha surpresa ao me deparar com esta imagem ao lado:
Pô, o cidadão é altamente parecido comigo! Fora o estilo das roupas, o cara é a minha cara! Hehehehe, muito bizarro, já andaram até cogitando a possibilidade dele ser a minha versão evil. Na verdade discordo dessa hipótese: não acredito que exista uma versão evil minha andando por aí. Admito que possa existir uma versão mais junkie, uma versão mais séria, até mesmo uma versão boiola (opa!), mas evil não. Ao que tudo indica (inclusive o gafanhoto) eu sou a versão evil desse cara. Te cuida, John Travolta.

A semana tem sido corrida, mas tranqüila. Antagonismos à parte, a nova onda agora é jogar Rainbow Six: Ravenshield depois do almoço. O cara almoça bem, faz a digestão na frente do computador e toma várias descargas de adrenalina durante o processo; depois é só trabalhar como se nada tivesse acontecido, realmente terapêutico. O que me lembra que agora só me restam 6 horas de sono, scheiße!!!
Hoje no Aikido fui elogiado por um camarada faixa roxa que há tempos não via; rolou um Jiyuwasa com o sensei, e posso dizer que mandei bem... por isso o comentário positivo. Tô empolgado pro exame de faixa no final de novembro, basta achar um uke agora. Ou não.

Fico por aqui. Preciso dormir e aproveitar meu sono de embelezamento (ainda mais agora que sou quase garoto-propaganda!). Way bizarre.

Dewa Mata!

.: Ouvindo: Dark Tranquillity - Am I 1? :. (altamente propícia, inclusive)

Friday, October 07, 2005

Zombies Ate my Neighbors!

Nanika Atta? [What's up?!]

(Não, os zumbis não comeram meus vizinhos efetivamente, mas bem que eu gostaria...)

Antes de mais nada peço desculpas pela longa ausência: fui avisado em cima da hora - por força das circunstâncias - que começaria a trabalhar essa semana! Então, comecei... por isso o hiato no blog. O trampo de 40 hs quebrou meus horários, minha agenda e minha resistência: cheguei no final da semana bem quebrado, demorou pra acostumar a dormir e acordar cedo de novo.
O trampo é na Palm Soft, uma empresa que produz jogos pra celular. Estou responsável, junto com outros designers, pela área de ergonomia de interface e pixel art (coisa que achei que nunca faria e tô achando quentíssimo)! Isso explica em parte o motivo do título.

Chega de falar de trabalho, já é sexta e o negócio é 'fextinha'.
Bom, já há algum tempo atrás, li (no livro The Inner Game of Music, do camarada Barry Green) que os músicos conseguem as suas melhores performances no instrumento quando conseguem relaxar, esvaziar a cabeça e eliminar aquela vozinha do 'subconsciente ruim' que fica falando enquanto você toca. Uma das situações em que esse estado de 'conscious relaxation' acontece é imediatamente após o despertar, de manhã. Muito bem.
Como a minha rotina foi drasticamente alterada pelo horário do trampo novo, tive que me adaptar - tenho tocado guitarra e violão de noite, quando chego em casa, e violão logo cedo, depois de acordar - influenciado obviamente pela idéia do nosso amigo Barry.

Barry, sinto lhe dizer que a sua teoria não funciona. Pelo menos não no estado 'zumbizante' em que eu me encontrava durante todas as manhãs dessa semana - não consegui executar uma peça sequer com perfeição (e isso completa o por quê do título). Bolas. Isso me deixou intrigado e, sendo assim, concluí que essa teoria deveria funcionar nos meados do séc. XVI, onde o camarada morava em Viena, tinha uma vista fabulosa pra uma cidade bonita, com arquitetura sem precedentes, sem poluição (comparado aos níveis atuais), dormia até o cu fazer bico, enchia a cara na taverna com cerveja de qualidade e ainda vivia rodeado de mulheres peitudas e com cinturinhas modeladas pelos corseletes! Porra, aí fica fácil! Realmente, o camarada tem N motivos pra acordar, respirar fundo e executar com perfeição aquele Bach cheio das peruações... oh well.

Pessoas, por hoje é só. Vou tentar manter isso aqui atualizado e interessante... senão não vale a pena! Oyasuminasai!

.: Ouvindo: Phil Collins - Another Day in Paradise :.